Empresas AI First: primeiro o processo, depois a IA
Mapeamos o processo consigo e só depois ligamos agentes de IA ao PHC e a outros ERP. Automação de processos com diagnóstico gratuito numa semana.
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Em resumo: o que a RTC cria são processos. Antes de qualquer automação de processos com IA, seja um agente ligado ao PHC ou a outro software de gestão, mapeamos consigo como o trabalho deve correr: quem decide, com que dados, segundo que regras e com que número se prova que resultou. Só depois se desenvolve. Chamamos a isto ser AI First: perante cada tarefa que se repete, a primeira pergunta passa a ser se uma máquina a pode fazer, com uma pessoa a aprovar, a partir dos dados que a empresa já tem.
Nenhum agente se desenvolve sem a ficha do processo aprovada por escrito. O diagnóstico é gratuito. Chega até uma semana depois da reunião, já com a primeira versão dessa ficha. Se o piloto não atingir a métrica escrita nela, a subscrição não arranca e paga apenas a implementação.
Para começar: peça o diagnóstico ou fale por WhatsApp.
Primeiro o processo, depois a IA
Um agente de IA repete, muitas vezes por dia, aquilo que lhe ensinam. Com regras claras, poupa trabalho. Com regras por escrever, repete a confusão mais depressa, e com a mesma confiança com que repetiria uma resposta certa. Por isso a parte mais valiosa deste trabalho acontece antes do código.
Definir um processo é pôr numa página o que hoje está espalhado por várias cabeças. Quem faz. Com que informação, e onde ela está. O que se decide em cada passo e com que critério. Que casos fogem à regra e quem os resolve. O resultado é um mapa do processo que a equipa reconhece como seu, e que serve à empresa mesmo que a IA nunca chegue a entrar.
Em muitas PME, este desenho nunca foi feito. O trabalho corre porque as pessoas se conhecem e sabem os atalhos. Quando alguém sai de férias, nota-se.
Mapeamento de processos: o que é a ficha do processo?
A ficha do processo é o resultado do mapeamento de processos que fazemos consigo antes de desenvolver, escrito em linguagem de quem gere a empresa. Descreve o processo como corre hoje e como vai correr com o agente. Tem doze campos:
- Nome e resultado. O que o processo entrega, numa frase, como um orçamento pronto a enviar.
- Dono do processo. Uma pessoa com nome, que aprova a ficha e responde pelo resultado.
- Gatilho e volume. O que faz o processo arrancar (um email, um documento no software de gestão, uma hora do dia) e quantas vezes acontece por semana.
- Entradas. Que informação é precisa e onde mora: caixa de email, pasta partilhada, tabela do PHC.
- Passos de hoje. A sequência real, contada por quem a faz, com os atalhos que não estão em manual nenhum.
- Regras de decisão. Que preço se aplica, quando se aceita, quando se recusa (o agente propõe, uma pessoa decide).
- Exceções. Os casos que fogem à regra e o nome de quem decide cada um.
- Saídas. O que o processo produz e para onde vai.
- Sistemas e acessos. Que programas entram, que tabelas o agente lê e onde pode gravar (gravar exige autorização escrita).
- Dados pessoais. Que dados de pessoas passam pelo processo e para que servem.
- Métrica de partida e métrica alvo. O número medido na semana antes de mexer em nada e o número que o piloto tem de atingir.
- Aprovação humana e limites. Em que ponto uma pessoa confirma, o que o agente faz sozinho e a lista do que nunca faz.
A métrica alvo do campo 11 é a mesma que decide se a subscrição arranca. Fica escrita uma vez. A ficha é da empresa, tal como as instruções e o código que vierem depois.
Quer ver a ficha do seu processo? Peça o diagnóstico gratuito: recebe a primeira versão por escrito numa semana, e fica com ela mesmo que não avance.
Nem todos os processos precisam de IA
Às vezes, a ficha mostra que o problema se resolve com uma regra no software de gestão (um campo obrigatório, um alerta, um relatório) ou com uma mudança de procedimento dentro da equipa. Aí, dizemo-lo e não vendemos IA.
Há também processos que ainda não estão prontos para uma máquina. Os sinais aparecem cedo:
- Ninguém aceita ser o dono. Se hoje ninguém responde pelo resultado, também ninguém vai responder pelo agente.
- Cada pessoa faz à sua maneira, e o mesmo pedido dá resultados diferentes.
- As regras vivem na cabeça de alguém. A resposta a quase tudo é «depende», sem se saber de quê.
- As exceções são a maioria. Quando mais de metade dos casos foge à regra, o que falta é a regra.
- Os dados de base estão desarrumados: artigos duplicados, clientes sem email, preços que só existem numa folha de Excel.
- Não há forma de medir hoje. Sem esse número, é impossível provar que o piloto correu bem.
Nesses casos, arruma-se primeiro. Escreve-se o procedimento com a equipa, limpam-se as tabelas, cria-se a regra que falta. O diagnóstico diz o que é preciso e quem o pode fazer. Quando o problema de fundo é trabalho preso em folhas de cálculo, começamos por tirar o processo do Excel.
Como decorre, do diagnóstico à subscrição
- Diagnóstico gratuito. Uma reunião, quase sempre online. Até uma semana depois, recebe por escrito a lista curta de processos candidatos e a primeira versão da ficha do processo que recomendamos, com os campos que faltam assinalados.
- Proposta. A ficha completa vai anexa e o dono do processo aprova-a com a proposta. Preço fechado e prazo ficam escritos. Sem ficha, não há proposta.
- Medição de partida. Na semana antes de ligar o agente, a equipa regista a métrica da ficha numa folha simples, que preparamos nós.
- Piloto. Pode estar a funcionar 15 dias depois da aprovação da proposta e do acesso aos dados. O agente faz o que a ficha diz, e só isso, enquanto as pessoas confirmam.
- Decisão. Comparamos o resultado com a métrica alvo. Se a atingir, o processo passa a correr com alguém a vigiar e começa a subscrição. Se não atingir, dizemo-lo sem rodeios e a subscrição não arranca.
Automação clássica, RPA ou agente de IA: qual a diferença?
Uma automação clássica segue sempre o mesmo caminho. Chega um email com fatura, o anexo vai para uma pasta, e acabou. O RPA imita os cliques de uma pessoa num ecrã. Parte-se quando o ecrã muda. Um agente de IA trabalha nos bastidores: lê dados, decide o passo seguinte segundo as regras da ficha e executa, ou deixa a tarefa preparada para alguém aprovar. Um assistente conversa com pessoas. Numa PME usa-se quase sempre uma mistura, e a ficha diz qual serve a cada passo.
Que processos de uma PME costumam ser os primeiros?
Um erro comum é querer pôr IA em tudo ao mesmo tempo. Começamos por um só processo, e escolhemo-lo com quatro testes:
- Repete-se todas as semanas. Uma tarefa que aparece duas vezes por ano não paga o trabalho de a automatizar.
- Os dados já existem em formato digital. Um PDF serve. Um registo no software de gestão serve ainda melhor.
- Dá para medir antes e depois. Por exemplo, minutos por documento. Sem um número de partida, medido na semana antes de mexer em nada, não há forma honesta de dizer se aquilo funcionou.
- Um erro da máquina apanha-se antes de chegar ao cliente. Nos primeiros processos, a IA prepara e uma pessoa confirma.
Os candidatos habituais:
- Compras: a fatura de fornecedor que chega por email é lida e fica com o lançamento preparado no software de gestão; a contabilidade confirma.
- Vendas: o pedido de orçamento por email ou WhatsApp passa a chegar ao comercial com os artigos identificados, os preços e o stock já consultados. Ele revê antes de enviar.
- Atendimento: perguntas repetidas de clientes, como horários, estado de uma encomenda ou condições, têm resposta do assistente, que passa a uma pessoa o que não sabe.
- Gestão: o relatório mensal montado à mão em Excel a partir de vários sítios passa a ser montado pelo agente, e a gerência lê o resultado.
Um exemplo do início ao fim: a fatura de fornecedor
É um dos processos que mais se repetem numa PME. Vamos segui-lo num Cegid PHC, já com a ficha aprovada: o dono é o responsável da contabilidade, a regra diz quando uma diferença de preço bloqueia o lançamento, e a métrica é o tempo por fatura.
- A fatura chega em PDF à caixa de email que a empresa já usa para isso.
- O agente lê o documento e procura o fornecedor pelo NIF, na ficha que já existe no software de gestão.
- Confere as linhas com a encomenda ou com a guia, quando existem, e assinala diferenças de preço ou de quantidade.
- Prepara o documento de compra com os campos preenchidos e dá-lhe um grau de confiança.
- Uma pessoa da contabilidade vê a lista do dia, aprova o que está certo e corrige o resto. Só a empresa pode mudar esta regra, na ficha.
- Cada aprovação fica gravada com a data, o nome de quem aprovou e as correções feitas à proposta do agente. Esse registo, somado à medição feita antes de começar, mostra ao fim de um mês quanto tempo se ganhou.
Se durante o piloto aparecer uma regra nova, muda-se primeiro a ficha. O dono volta a aprová-la. Só depois se mexe no código.
O que construímos
Agentes de IA ligados ao software de gestão
O agente executa o processo com a informação que a empresa já tem no seu sistema: clientes, artigos, stocks, contas correntes, documentos. O programa continua o mesmo e os dados ficam onde sempre estiveram, sem uma segunda cópia para manter em dia. Por omissão, só lê. Para gravar dados, precisa de autorização escrita da empresa.
Assistentes para o site e para o WhatsApp
O assistente deste site foi montado pela RTC. Serve de demonstração. Avisa logo no início que é uma máquina, pede o contacto antes de responder, procura a resposta no conteúdo publicado e indica a página de onde a tirou. O mesmo motor pode atender pelo WhatsApp da empresa.
Documentos e tarefas repetidas
A máquina lê uma fatura, uma encomenda ou uma guia, tira os campos certos e deixa-os prontos a lançar. Se tiver dúvidas, o agente não avança. O documento fica à espera de uma pessoa, com o campo que levantou a dúvida à vista.
Regras de uso e formação da equipa
Começa por uma política interna curta, em português comum: que ferramentas se podem usar, que dados nunca saem da empresa, quem aprova o quê. Cabe numa página. Depois vem uma sessão prática com quem vai trabalhar com os agentes, para saberem onde a máquina acerta e onde se engana. Uma conta de IA mal configurada é mais uma porta aberta, e por isso este trabalho liga-se ao de cibersegurança que já fazemos.
Quer pôr o assistente à prova? Faça-lhe uma pergunta difícil. Antes de responder, o assistente pede um contacto, para que alguém da RTC possa dar seguimento. Se preferir ir direto ao assunto, peça o diagnóstico gratuito.
Com que software de gestão trabalhamos
- Cegid PHC: somos parceiros oficiais e trabalhamos diretamente nas bases de dados, incluindo as que alojamos para clientes. É onde temos mais experiência.
- Primavera e Sage: montamos agentes quando há acesso autorizado à base de dados ou uma API do fabricante. Nos programas Sage, prestamos assistência técnica.
- ZoneSoft, XD e Wintouch: somos parceiros oficiais destas marcas. O XD e o ZoneSoft já os ligámos ao PHC num projeto publicado, e é esse conhecimento que o agente aproveita.
- Outras aplicações: confirmamos no diagnóstico se existe uma forma segura de chegar aos dados.
Somos parceiros oficiais da Cegid PHC, da ZoneSoft, da XD, da Wintouch e da Sysdev (MSS e Syslog Mobile). Com o Primavera, o Sage e os programas de outros fabricantes, trabalhamos por acesso autorizado aos dados e não substituímos o suporte de quem os vende. As marcas pertencem aos respetivos titulares.
E os agentes que o próprio fabricante está a lançar?
Em setembro de 2026, a Cegid anunciou mais de 25 agentes de IA para o seu software, segundo a Supply Chain Magazine. Servem todos os clientes do software. Os que montamos seguem a ficha de um processo que é só seu: as regras da casa, os campos que foram personalizados, a ligação ao WhatsApp ou a outro programa que o fabricante não cobre. Quando o que precisa já vem no software de gestão, dizemo-lo no diagnóstico e começamos por aí, porque costuma ser o caminho mais simples.
Como o agente entra no seu sistema
Um agente com acesso ao software de gestão é, para todos os efeitos, mais um utilizador. Tratamo-lo como tal, com o cuidado que pomos na cibersegurança.
Na prática, o agente recebe uma conta sua na base de dados e só vê as tabelas que a ficha do processo indica. Gravar lá dentro exige autorização escrita. Sempre que a rede o permite, é o servidor do cliente que abre a ligação para fora, e assim não é preciso abrir portas de entrada na firewall para o agente. As palavras-passe do agente guardam-se fora do código e das conversas. Cada consulta do agente e cada documento que ele prepara ficam ligados à pessoa que os validou, e a gerência pode pedir esse histórico durante o prazo de conservação definido no contrato.
Para empresas abrangidas pela NIS2, a lei europeia de cibersegurança, este histórico ajuda a responder ao que a lei pergunta sobre fornecedores e acessos.
Quanto tempo demora?
O diagnóstico chega até uma semana depois da reunião. Para fechar a ficha, precisamos do dono do processo e de quem o faz no dia a dia, que é quem conhece os atalhos. O piloto pode estar a funcionar ao fim de 15 dias, contados da aprovação da proposta e do acesso aos dados. Com dados desarrumados, demora mais. O prazo de cada fase vai por escrito na proposta.
Usamos o mesmo acesso remoto do suporte diário ao software de gestão, e as reuniões podem ser online. Assim, poucas fases pedem visitas. Vamos à empresa quando estar lá resolve mais depressa do que uma chamada. Se houver custo de deslocação, fica indicado na proposta.
Quanto custa?
Escrever a ficha do processo não é uma fase paga à parte: a primeira versão faz parte do diagnóstico gratuito e o fecho faz parte da implementação. O preço tem três partes, todas escritas na proposta.
- Implementação, paga uma vez: desde 150 € + IVA para um assistente no site e no WhatsApp, e desde 499 € + IVA para agentes ligados ao software de gestão. O valor final depende do número de sistemas a ligar e do estado dos dados.
- Subscrição mensal do módulo de IA: desde 20 €/mês + IVA, com o suporte básico ao módulo incluído. Só arranca se o piloto atingir a métrica da ficha e tem um período mínimo de 12 meses, contados a partir do fim do piloto; depois disso, pode cancelar com o aviso prévio indicado no contrato.
- Consumo da IA, medido em tokens (o que o modelo gasta por cada texto que lê e escreve). Paga-se à parte, em packs desde 20 € + IVA. Quem prefere um valor fixo pode ter um contrato de consumo ilimitado, negociado caso a caso, para o âmbito e as condições escritos no contrato. O consumo do piloto vem na proposta.
A ordem é esta. Primeiro paga-se a implementação, que inclui o piloto. A subscrição só começa depois, e só se o piloto atingir a métrica escrita na ficha. Se não a atingir, a subscrição não arranca. A implementação, essa, já foi paga e não é devolvida.
Um exemplo: um agente ligado ao PHC custa, no mínimo, 499 € + IVA de implementação e depois 20 €/mês + IVA de subscrição, mais o consumo, que depende do volume e que o piloto serve também para medir.
Suporte para além do básico pode entrar numa das avenças com preços publicados. São serviços para empresas.
Para marcar o diagnóstico: escreva-nos ou fale por WhatsApp (sem custo de chamada; aplica-se o tarifário de dados do seu operador).
As regras dos dados, que não negociamos
- Onde os dados são tratados fica escrito. Antes de começar, o contrato diz que serviço de IA se usa e onde a informação é processada. Pode ser nos seus servidores ou num serviço externo. Quem decide é a empresa. Num serviço externo, o contrato indica também se há tratamento fora da União Europeia e com que garantias.
- Os seus dados não treinam modelos. Usamos serviços em modalidade empresarial, em que o fornecedor se compromete a não usar os dados do cliente para treino. O fornecedor pode guardar registos por tempo limitado, só para detetar abusos.
- Cada envio tem um responsável. Nenhum documento segue para um cliente, um fornecedor ou a Autoridade Tributária sem uma regra escrita na ficha e uma pessoa responsável.
- O trabalho é seu. A ficha do processo, as instruções e o código ficam com a empresa, tal como no resto do software que desenvolvemos.
O AI Act, em poucas linhas
Desde 2 de agosto de 2026, o Artigo 50.º obriga a que um assistente que fala com pessoas diga que é uma máquina, e os que montamos fazem-no desde o primeiro dia. O Artigo 4.º pede medidas de literacia em IA para quem trabalha com estes sistemas; o pacote de simplificação em vigor desde 27 de julho de 2026 aliviou essa obrigação, mas continua a fazer sentido que quem usa um agente saiba o que ele faz. As regras para os sistemas de alto risco do Anexo III, onde está a triagem de candidatos a emprego, passaram para 2 de dezembro de 2027; as dos sistemas integrados em produtos, para 2 de agosto de 2028. Se a empresa quiser usar IA em algo dessa categoria, dizemo-lo logo no diagnóstico. A RTC faz a parte técnica. Não somos uma sociedade de advogados. Os pormenores estão no artigo sobre o Artigo 50.º para PME.
O que não fazemos
- Não desenvolvemos nenhum agente sem a ficha do processo aprovada por escrito.
- Não prometemos percentagens de poupança antes de medir o processo na sua empresa.
- Não vendemos IA quando uma regra no software de gestão resolve o mesmo problema por menos.
- Não pomos máquinas a tomar decisões sobre pessoas, sejam clientes ou trabalhadores.
- Não prometemos apoios públicos. Quando abrir uma candidatura a apoios que sirva ao seu caso, dizemos-lhe.
Porquê a RTC
O nosso trabalho com IA começa dentro do software de gestão, porque é aí que passamos os dias e é aí que os processos de uma PME deixam rasto. Trabalhamos em Bragança desde 2009. Somos parceiros oficiais Cegid PHC, fazemos desenvolvimento de software e tratamos da segurança dos sistemas onde os agentes vão correr. Depois de o agente entrar em produção, o suporte continua connosco, e pode ficar numa avença com tempo de resposta escrito.
Para uma visão mais ampla do que fazemos com inteligência artificial, incluindo o trabalho com empresas de Bragança e da região, veja a página de inteligência artificial para empresas em Bragança.
Respostas diretas
O que distingue uma empresa AI First de uma empresa AI Native?
Os agentes funcionam com Primavera, Sage, XD ou ZoneSoft?
Qual é a diferença entre um agente de IA e um chatbot?
Um agente de IA pode lançar documentos no software de gestão sem ninguém ver?
O que acontece quando o agente se engana?
E se o piloto não resultar?
Os agentes que a Cegid está a lançar não fazem já isto?
Quanto pago por mês, no total?
Preciso de alguém na empresa que perceba de inteligência artificial?
O que recebo no fim do diagnóstico gratuito?
Porque se deve definir o processo antes de automatizar com IA?
A ficha do processo fica com a empresa, mesmo que não avance com a IA?
E se o processo mudar depois de o agente estar a funcionar?
Quer tornar a sua empresa AI First?
Diga-nos o que tem montado e o que está a falhar. Quem atende é um técnico, e na maior parte dos casos a conversa chega para perceber se é caso para nós e quanto custa.
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Chamada para a rede fixa nacional. No WhatsApp não há custo de chamada; aplica-se o tarifário de dados do seu operador. Atendemos de segunda a sexta, das 8h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00.
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