Inteligência artificial · Bragança e Norte de Portugal

Inteligência artificial em Bragança, aplicada ao que a empresa já faz

Quase nenhuma empresa precisa de ter inteligência artificial. Precisa de resolver uma coisa concreta: responder mais depressa a quem pergunta, deixar de passar dados de um lado para o outro à mão, encontrar informação que está espalhada por dezenas de ficheiros. A IA interessa quando é a ferramenta certa para uma dessas tarefas, e a nossa primeira obrigação é dizer quando não é.

Prova, não apresentação

Comece por experimentar o nosso, que está nesta página

Ao canto desta página está um assistente que construímos e que corre no nosso próprio site. Não é um serviço comprado e colado por cima. Pesquisa no conteúdo do rtc.pt, responde a partir do que encontra, mostra as páginas que usou para responder e pede o contacto antes da primeira resposta, para que uma conversa que valha a pena não acabe no vazio. Do lado de dentro, cada conversa fica registada no nosso backoffice, com as fontes citadas e com o histórico completo.

Faça-lhe uma pergunta difícil. Pergunte quanto custa uma máquina de dar troco, ou o que muda com a NIS2, ou que software de faturação suportamos em Chaves. Repare em duas coisas: se responde com números concretos e se lhe diz de onde tirou a resposta. É esse o padrão que aplicamos quando construímos o mesmo para outra empresa.

A mesma máquina de respostas serve o site e serve conversas por WhatsApp, com o mesmo conteúdo e as mesmas regras, para que a empresa não tenha de manter duas versões da verdade.

O que fazemos

Cinco frentes, todas com um resultado que se mede

Assistentes para site e WhatsApp

Um assistente que responde sobre o que a empresa faz, com base no conteúdo da empresa e não em invenções, que recolhe o contacto de quem pergunta e que deixa registo de cada conversa. É o que está a funcionar aqui, e é o ponto de partida mais barato para quem quer começar.

Automatizar tarefas e ligar a IA aos dados do ERP

A pergunta que interessa não é se a inteligência artificial sabe. É se tem acesso ao sítio certo. Trabalhamos onde os dados já vivem: Cegid PHC, Sage, ZoneSoft, XD e Wintouch. Extrair, cruzar, classificar documentos, preparar respostas, poupar o trabalho repetido de copiar informação de um sistema para outro.

IA dentro de software à medida

Temos equipa própria de desenvolvimento, por isso a inteligência artificial não tem de ser uma aplicação à parte. Entra dentro da aplicação que a empresa usa, no ecrã onde a decisão é tomada. Ver desenvolvimento de software e preços por pacote.

Conformidade com o AI Act

As obrigações de transparência do Artigo 50 estão em vigor desde 2 de agosto de 2026. Quem tem um assistente no site, gera texto ou imagens com IA, ou usa estas ferramentas com clientes, tem coisas para fazer. A parte técnica fazemos nós, e já a fizemos aqui.

Projetos à medida de cada empresa

Nenhuma destas frentes chega em caixa fechada. O que existe são empresas diferentes, com dados em estados diferentes e com pressas diferentes. O diagnóstico serve para perceber por onde começar sem gastar dinheiro à espera de ver.

Obrigação legal em vigor

O que mudou a 2 de agosto de 2026

O Artigo 50 do Regulamento (UE) 2024/1689, o chamado AI Act, passou a aplicar-se nessa data. Em linguagem de empresa, muda quatro coisas.

Para sistemas que já estavam no mercado antes dessa data existe um período de tolerância nas obrigações de marcação, até 2 de dezembro de 2026. Quem tem um assistente publicado tem por isso um prazo real, e não uma data longínqua.

Não somos advogados e a interpretação fina do regulamento é para quem o é. O que fazemos é a parte técnica: pôr o aviso onde tem de estar e de maneira que se leia, marcar o que tem de ser marcado, e deixar registo de que o sistema faz aquilo que diz que faz. O assistente deste site cumpre o aviso desde o primeiro dia em que foi publicado.

Honestidade

O que não fazemos

Não prometemos que a inteligência artificial substitui pessoas. O que temos visto é outra coisa: tira de cima das pessoas o trabalho que ninguém queria fazer e deixa à vista o trabalho que estava por fazer.

Não pomos IA onde uma regra simples resolve. Muitas vezes o que falta é uma consulta bem feita à base de dados, um campo configurado ou meia hora de formação. Sai mais barato e avaria menos.

Não mandamos dados da empresa para fora sem que isso esteja escrito e aceite. Antes de começar fica definido que dados saem, para onde vão, o que fica guardado e por quanto tempo.

E não chamamos inteligência artificial a um projeto que na verdade é outra coisa. Se o que a empresa precisa é de um relatório automático, é isso que vamos propor, com esse nome e com esse preço.

Preços

Diagnóstico gratuito, projetos desde 499 €

O primeiro passo não custa nada e é sempre o mesmo: vemos o que tem montado, o que quer resolver e para onde quer ir, e dizemos se a inteligência artificial é o caminho ou se existe uma forma mais simples de lá chegar.

A partir daí, projetos desde 499 € mais IVA. O valor depende do que houver para ligar: um assistente que responde sobre o conteúdo de um site fica na base da escala, ligar aos dados internos sobe conforme os sistemas envolvidos e o estado em que a informação está. Quando isto passa a fazer parte do dia-a-dia, pode entrar numa avença de suporte, nos escalões que já estão publicados.

Marcar o diagnóstico gratuito

Onde estamos

Bragança, e o resto do Norte a sério

A sede é em Bragança e fazemos rondas regulares pelos distritos do Norte, com assistência informática no terreno em Vila Real, Chaves, Mirandela, Guarda, Penafiel e Paredes. Num projeto de inteligência artificial isso conta mais do que parece: quase sempre o trabalho difícil está nos dados que já existem, e para perceber esses dados é preciso conhecer a casa, o programa de gestão e as pessoas que o usam.

Quem procura inteligência artificial em Bragança costuma encontrar promessas escritas ao longe. A diferença que oferecemos é aborrecida e prática: alguém que aparece, que já mexeu no sistema de gestão da empresa e que fica responsável quando aquilo tem de funcionar na segunda-feira de manhã.

Perguntas frequentes

Respostas diretas

Vale a pena inteligência artificial numa empresa pequena?
Vale quando há uma tarefa concreta a doer: responder às mesmas perguntas dezenas de vezes por semana, copiar dados de um sítio para outro à mão, procurar informação que está espalhada por dezenas de ficheiros. Não vale quando o problema se resolve com uma consulta bem feita à base de dados ou com um campo que ninguém configurou. No diagnóstico dizemos qual dos dois casos é o seu, mesmo quando a resposta nos tira trabalho.
Quanto custa um projeto de inteligência artificial?
O diagnóstico é gratuito. A partir daí, projetos desde 499 € mais IVA, e o valor final depende do que houver para ligar: um assistente que responde sobre o conteúdo de um site fica na base da escala, ligar aos dados internos da empresa sobe conforme os sistemas envolvidos. Quando passa a fazer parte do dia-a-dia, pode entrar numa avença de suporte, nos mesmos escalões que já publicamos.
Onde ficam os dados da minha empresa?
Escrito antes de começar, sempre: que dados saem da empresa, para onde vão, o que fica guardado e durante quanto tempo. Há trabalho que se faz sem que nada saia do sítio onde já está, e há trabalho que precisa de um modelo alojado fora. São decisões diferentes, com custos diferentes, e a escolha é do cliente com a informação toda à frente.
O assistente do meu site tem de avisar que é uma máquina?
Tem, desde 2 de agosto de 2026. O Artigo 50 do Regulamento Europeu de Inteligência Artificial obriga a que quem interage com um sistema destes perceba que está a falar com uma máquina, de forma clara e logo no início, exceto quando isso for evidente para qualquer pessoa. Há ainda obrigações de marcação de conteúdo gerado por IA, com prazo até 2 de dezembro de 2026 para sistemas que já estavam no mercado. Não somos advogados e a leitura fina é para quem o é. A parte técnica fazemos nós.
A IA consegue responder sobre os dados do meu Cegid PHC ou do meu Sage?
Consegue, desde que lhe seja dado acesso ao sítio certo e desde que fique definido quem pode ver o quê. É aí que está o trabalho a sério, e não no modelo: perceber onde vivem os dados, que perguntas fazem sentido, e impedir que alguém veja por esta via o que não veria pelo programa. Fazemos integrações com Cegid PHC, Sage, ZoneSoft, XD e Wintouch, com autorização escrita do cliente.
Quanto tempo demora a ter isto a funcionar?
Um assistente que responde sobre o conteúdo de um site conta-se em dias. Ligar a dados internos conta-se em semanas e depende sobretudo do estado desses dados, não da tecnologia. Preferimos arrancar pequeno, com uma coisa a funcionar de verdade, do que prometer uma plataforma inteira para daqui a seis meses.