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Serviço

Servidor e cópias de segurança para empresas, no escritório ou na cloud

Servidor para empresas no escritório ou alojado em datacenters de Espanha e França, com cópias de segurança testadas. Servidores desde 20 €/mês e cópias desde 9,90 €/mês, mais IVA.

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Em resumo: a RTC monta e mantém o servidor da sua empresa, no escritório ou alojado na cloud, com cópias de segurança que aguentam um ataque e que testamos. O alojamento fica em datacenters em Espanha e em França, na plataforma Plenit (antiga Jotelulu), certificada ISO 27001. Servidores alojados desde 20 €/mês e cópias de segurança desde 9,90 €/mês, mais IVA. O diagnóstico inicial é gratuito: uma primeira reunião, presencial ou online, conforme o caso.

Windows Server 2016: as atualizações acabam a 12 de janeiro de 2027

O suporte alargado do Windows Server 2016 termina a 12 de janeiro de 2027. Depois dessa data, a Microsoft só entrega correções de segurança a quem pagar um programa de extensão. Sem correções, o servidor fica exposto a cada falha nova que for descoberta.

Há muita máquina dessas instalada, quase sempre a funcionar bem. É isso que torna a conversa difícil. Ainda há tempo, e decidir cedo traz duas vantagens: escolhe-se em vez de se remendar à pressa, e a migração faz-se numa semana em que a empresa possa parar, e não em janeiro, com a contabilidade a fechar o ano.

Há três caminhos, e o certo depende do que corre nessa máquina:

  • Atualizar o sistema no mesmo equipamento, se o equipamento ainda aguenta.
  • Comprar um servidor novo, com o Windows Server 2025.
  • Passar o servidor para infraestrutura alojada e deixar de ter servidor no escritório.

Fazemos o levantamento do que está a correr nessas máquinas e um plano com datas. O detalhe dos prazos e das opções está no artigo sobre o fim do suporte do Windows Server 2016.

Servidor no escritório, na cloud, ou os dois

Não há resposta única. Desconfie de quem lhe der uma sem ver a casa. Decidem quatro coisas: a qualidade da ligação à internet no local, o peso do que a empresa corre, quanto tempo pode ficar parada e o dinheiro que já está investido em equipamento comprado há pouco tempo.

Para muitas empresas, o resultado certo é misto: correio, documentos partilhados e cópias lá fora, e a base de dados pesada cá dentro enquanto a ligação da zona não for de confiança. Para outras, sobretudo com várias instalações ou com gente na estrada, passar tudo simplifica a vida e sai mais barato do que substituir o servidor.

Fazemos a conta dos dois lados, a três ou cinco anos, com o que costuma ficar de fora das propostas: eletricidade, ar condicionado, substituição de discos, licenças e as horas de quem trata daquilo. Depois dizemos o que compensa. Às vezes é ficar como está.

Onde ficam os seus dados

Há uma pergunta que uma empresa devia fazer sempre que alguém lhe vende cloud, e que quase ninguém responde por escrito: onde é que ficam os meus dados? Verificámos os sites das empresas que vendem isto no Norte. Nenhuma diz. Nós dizemos.

Somos parceiros da Plenit, a plataforma cloud europeia que era conhecida como Jotelulu. Os nossos clientes ficam alojados em datacenters em Espanha e em França. Só esses. Não usamos regiões fora da União Europeia para dados de clientes.

Isto é mais do que um detalhe técnico; é uma questão jurídica e prática. Dados alojados em infraestrutura europeia ficam sob regras europeias, o que simplifica a vida a quem tem de responder pelo RGPD, e evita a conversa desconfortável sobre legislação de países terceiros poder alcançar informação de clientes portugueses. Para quem trata de saúde, de contabilidade de terceiros ou de dados de menores, isto deixa de ser preferência. Passa a ser requisito.

Há ainda uma vantagem que se sente todos os dias: a distância. A partir do Norte de Portugal, uma máquina alojada na Península ou em França responde melhor do que um datacenter do outro lado do Atlântico. Nota-se em cada clique.

A plataforma é certificada ISO 27001, cumpre o RGPD e adere ao código de conduta CISPE para fornecedores europeus de infraestrutura, com um compromisso de disponibilidade de 99,99%. Convém dizer o óbvio, porque nem toda a gente o faz: essas certificações são da plataforma e do datacenter. Não são nossas. O nosso trabalho é escolher bem onde pomos o seu negócio, montar aquilo como deve ser e responder quando alguma coisa acontece.

O que corre nesta infraestrutura

Servidores virtuais

Máquinas com o processador, a memória e o disco que o seu caso pede, em disco rápido, e que crescem sem ter de comprar equipamento outra vez. É onde costuma viver o servidor de ficheiros, a base de dados do programa de gestão e as aplicações internas.

Desktop remoto

O posto de trabalho deixa de estar preso ao computador de uma secretária. Trabalha-se do escritório, de casa ou de outra instalação, com o mesmo ambiente. Os dados? Ficam sempre do lado de lá, que é o que interessa quando um portátil se perde ou é roubado.

Armazenamento de ficheiros e de objetos

Para as pastas partilhadas de sempre, e para o que precisa de guardar em volume: arquivo, imagens, registos que têm de ficar anos disponíveis mas raramente são abertos.

Recuperação de desastre

Réplica do que é crítico, para que uma avaria grave, um incêndio ou um ataque não signifiquem começar do zero. É a diferença entre parar horas e parar semanas.

Gestão e monitorização do parque

Vemos o estado dos equipamentos, aplicamos atualizações de segurança com método e detetamos comportamento anormal antes de ele dar em avaria. É o que permite chegar antes do telefonema, em vez de depois.

Um servidor novo de pé em menos de 30 minutos

Quando é preciso um servidor virtual novo, ele fica operacional em menos de 30 minutos. É o tempo entre a decisão e a máquina pronta a receber trabalho.

Isto muda muita coisa. Uma máquina de testes para experimentar uma atualização antes de a fazer a sério. Capacidade extra só para o mês do fecho de contas, e retirada a seguir. Ou uma máquina de emergência na manhã em que o servidor da empresa morre, sem esperar semanas por uma encomenda de equipamento.

Sejamos claros. O que fica pronto em minutos é a máquina, com sistema instalado e acessível. Migrar dados, instalar o programa de gestão e afinar tudo é outro trabalho, com outro prazo, que dizemos caso a caso. O que desaparece é a espera pelo equipamento, a parte que ninguém conseguia encurtar.

Cópias de segurança que aguentam um ataque

Um disco externo ligado ao servidor não serve de cópia de segurança. É o primeiro sítio onde o ransomware vai, porque está montado e acessível como qualquer outra pasta. Um NAS na rede sem separação, idem.

O princípio que seguimos é antigo e continua a ser o que funciona: mais do que uma cópia, em mais do que um suporte, com pelo menos uma fora da empresa e uma que não possa ser alterada nem apagada durante o período definido. É essa última que salva quem é atacado. Quem ataca destrói primeiro as cópias. A regra está explicada no artigo sobre as cópias de segurança 3-2-1.

Definimos consigo duas coisas que quase ninguém escreve num contrato: quanto trabalho pode perder, ou seja, de quanto em quanto tempo se copia, e quanto tempo pode ficar parado até estar tudo de pé outra vez. São perguntas de gestão. As respostas mudam por completo o desenho e o custo.

Já experimentou repor?

A pergunta certa nunca foi se a empresa tem cópias. É se alguém já as repôs. Encontramos com frequência cópias a correr há anos que ninguém testou, e algumas não servem para nada: falta metade da base de dados, o ficheiro está corrompido, ou a palavra-passe que o abre perdeu-se com o técnico que saiu.

Testamos reposições. O cliente fica a saber uma coisa concreta em vez de uma promessa: quanto tempo demora, na prática, a voltar a trabalhar. Esse número muda a conversa. Uma empresa que sabe que repõe o servidor de faturação em duas horas toma decisões diferentes de uma que nunca fez a pergunta.

O Microsoft 365 não faz cópia de segurança dos seus dados

Muita empresa ouve isto tarde demais. O que fica assegurado é a disponibilidade do serviço e a integridade da infraestrutura de quem o fornece. Ninguém lhe devolve o email que um colaborador apagou há quatro meses, nem a pasta do SharePoint que alguém limpou por engano, nem os ficheiros que o ransomware cifrou e sincronizou por cima dos bons.

Chama-se responsabilidade partilhada e está escrito nos termos: o fornecedor responde pela plataforma, o cliente responde pelos dados que lá põe. As lixeiras e as retenções ajudam. Têm prazos curtos. Não substituem uma cópia independente, guardada noutro sítio e com histórico maior.

Por isso, quando montamos Microsoft 365, montamos também a cópia dos dados de correio, ficheiros e equipas. Custa pouco ter essa conversa. Custa muito não a ter tido.

O que fica escrito antes de começar

Onde ficam os dados e em que país. De quanto em quanto tempo se copia e durante quanto tempo se guarda. Quanto tempo demora a repor. Quem tem acesso a quê. E o que acontece se um dia decidir sair? É a pergunta que ninguém gosta de ouvir e que nós respondemos primeiro: os dados são seus, saem consigo, e não desenhamos contratos para tornar a saída difícil.

Quanto custa

Cópias de segurança desde 9,90 € por mês mais IVA. Servidores virtuais desde 20 € por mês mais IVA. Publicamos estes valores por uma razão simples: fomos ver os sites de quem vende isto no Norte e nenhum publica um único preço. Às escuras não se compara nada.

Daí para cima depende de três coisas: quanto ocupa, com que frequência se copia e quanto tempo pode ficar parado. Não há pacotes fechados. Cada solução é dimensionada caso a caso, com o processador, a memória, o disco e a retenção que fazem sentido para aquela empresa, e não com o tamanho que dá jeito a quem vende.

Da primeira reunião sai um orçamento escrito com o valor mensal e com o que está incluído, para poder comparar linha a linha com outras propostas. Costuma ser um exercício esclarecedor.

Como começa

Com uma primeira reunião, sem custo, presencial ou online. Vemos o que está montado, que versão do Windows Server corre em cada máquina, se as cópias existem e se alguma vez foram repostas. Sai daí um levantamento escrito, com o que é urgente e o que pode esperar. A decisão fica do seu lado.

Já testou as suas cópias de segurança?

Diga-nos o que tem hoje e onde está guardado. Respondemos no prazo de um dia útil, e o preço e o prazo seguem por escrito até uma semana depois da primeira reunião.

Ligar 273 332 409
(chamada para a rede fixa nacional)

Falar por WhatsApp
(sem custo de chamada; aplica-se o tarifário de dados do seu operador)

Perguntas frequentes

Respostas diretas

Quanto custa alojar um servidor ou ter cópias de segurança?
Cópias de segurança desde 9,90 € por mês e servidores virtuais desde 20 € por mês, mais IVA. Sem pacotes fechados. Daí para cima depende de quanto ocupa, de com que frequência se copia e de quanto tempo pode ficar parado. Da primeira reunião sai um orçamento escrito, para comparar linha a linha.
Em quanto tempo conseguem ter um servidor a funcionar?
Menos de 30 minutos para um servidor virtual novo, com sistema instalado e acessível. O resto leva mais. Migrar dados e instalar o programa de gestão é outro trabalho, com outro prazo, que dizemos caso a caso.
Onde ficam alojados os dados da minha empresa?
Em datacenters em Espanha e em França, na plataforma Plenit (antes Jotelulu), certificada ISO 27001 e aderente ao código de conduta CISPE. Fora da União Europeia, nada.
As vossas cópias aguentam um ataque de ransomware?
São desenhadas para isso: mais do que uma cópia, em mais do que um suporte, uma fora da empresa e uma que não pode ser alterada nem apagada durante o período definido. Essa é a que salva.
Já testaram alguma vez repor as cópias?
Testamos. É a pergunta que separa quem tem cópias de quem tem cópias que funcionam. Depois do teste, o cliente fica a saber um número concreto: quanto tempo demora a voltar a trabalhar.
O meu servidor tem Windows Server 2016. Tenho de fazer alguma coisa?
Tem, e há tempo para o fazer bem. O suporte alargado termina a 12 de janeiro de 2027. Fazemos o levantamento do que corre nessa máquina e um plano com datas.
E se um dia quisermos sair?
Os dados são seus e saem consigo. Entregamos o que está alojado e a documentação da infraestrutura. Não desenhamos contratos para tornar a saída difícil.
Compensa passar tudo para a cloud?
Raramente. Para a maior parte das empresas o resultado certo é misto: correio e documentos partilhados lá fora, base de dados pesada cá dentro se a ligação da zona não for de confiança. Fazemos as contas dos dois lados antes de recomendar.
Guardar tudo no Microsoft 365 chega como cópia de segurança?
Não chega. É o mal-entendido mais caro desta área. O fornecedor responde pela plataforma; o cliente responde pelos dados que lá põe. Uma cópia independente, noutro sítio e com histórico maior, é coisa à parte, e montamo-la sempre que montamos Microsoft 365.
O meu servidor tem vários anos. Tenho de o trocar?
Nem sempre. O que interessa saber é em que estado está, até quando é suportado pelo fabricante e o que acontece se falhar numa segunda-feira de manhã. A partir daí planeia-se a troca com tempo.
Consigo pôr a equipa a trabalhar de casa em condições?
Consegue. O que costuma faltar é ter os ficheiros num sítio comum em vez de espalhados por computadores pessoais, contas individuais com autenticação em dois passos e um acesso remoto bem montado.
Como é que sei se as minhas cópias de segurança funcionam?
Só há uma maneira: repondo. Uma cópia nunca testada é só uma esperança. Nós testamos a reposição e dizemos-lhe quanto tempo demorou, ao minuto.

Quer rever o servidor da sua empresa?

Diga-nos o que tem montado e o que está a falhar, pelo número geral da RTC. Na maior parte dos casos, a conversa chega para perceber se é caso para nós e quanto custa.

Ligar 273 332 409 Falar por WhatsApp

Chamada para a rede fixa nacional. No WhatsApp não há custo de chamada; aplica-se o tarifário de dados do seu operador. Atendemos de segunda a sexta, das 8h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00.

Prefere escrever? Marque a primeira reunião, presencial ou online, sem custo e sem compromisso.

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