Cloud, servidores e cópias de segurança
Cloud, servidores e cópias de segurança em datacenters de Espanha e França. Cópias desde 9,90 €/mês e servidores desde 20 €/mês, sem IVA.
Em resumo: a RTC aloja servidores virtuais, desktops remotos e cópias de segurança de empresas em datacenters em Espanha e em França, na plataforma Plenit (antiga Jotelulu), certificada ISO 27001. Cópias desde 9,90 €/mês e servidores desde 20 €/mês, mais IVA. Servidor novo em 30 minutos. A visita de 90 minutos não tem custo.
Há uma pergunta que uma empresa devia fazer sempre que alguém lhe vende cloud, e que quase ninguém responde por escrito: onde é que ficam os meus dados? Verificámos os sites das empresas que vendem isto no Norte. Nenhuma diz. Nós dizemos, e é a primeira coisa desta página.
Onde ficam os seus dados
Somos parceiros da Plenit, a plataforma cloud europeia que era conhecida como Jotelulu. Os nossos clientes ficam alojados em datacenters em Espanha e em França. Só esses. Não usamos regiões fora da União Europeia para dados de clientes.
Isto é mais do que um detalhe técnico; é uma questão jurídica e prática. Dados alojados em infraestrutura europeia ficam sob regras europeias, o que simplifica a vida a quem tem de responder pelo RGPD, e evita a conversa desconfortável sobre legislação de países terceiros poder alcançar informação de clientes portugueses. Para quem trata de saúde, de contabilidade de terceiros ou de dados de menores, isto deixa de ser preferência. Passa a ser requisito.
Há ainda uma vantagem que se sente todos os dias: a distância. A partir de Trás-os-Montes, uma máquina alojada na Península ou em França responde melhor do que um datacenter do outro lado do Atlântico. Nota-se em cada clique.
A plataforma é certificada ISO 27001, cumpre o RGPD e adere ao código de conduta CISPE para fornecedores europeus de infraestrutura, com um compromisso de disponibilidade de 99,99%. Convém dizer o óbvio, porque nem toda a gente o faz: essas certificações são da plataforma e do datacenter. Não são nossas. O nosso trabalho é escolher bem onde pomos o seu negócio, montar aquilo como deve ser e responder quando alguma coisa acontece.
O que corre nesta infraestrutura
Servidores virtuais
Máquinas com o processador, a memória e o disco que o seu caso pede, em disco rápido, e que crescem sem ter de comprar equipamento outra vez. É onde costuma viver o servidor de ficheiros, a base de dados do programa de gestão e as aplicações internas.
Desktop remoto
O posto de trabalho deixa de estar preso ao computador de uma secretária. Trabalha-se do escritório, de casa ou de outra instalação, com o mesmo ambiente. Os dados? Ficam sempre do lado de lá, que é o que interessa quando um portátil se perde ou é roubado.
Armazenamento de ficheiros e de objetos
Para as pastas partilhadas de sempre, e para o que precisa de guardar em volume: arquivo, imagens, registos que têm de ficar anos disponíveis mas raramente são abertos.
Recuperação de desastre
Réplica do que é crítico, para que uma avaria grave, um incêndio ou um ataque não signifiquem começar do zero. É a diferença entre parar horas e parar semanas.
Gestão e monitorização do parque
Vemos o estado dos equipamentos, aplicamos atualizações de segurança com método e detetamos comportamento anormal antes de ele dar em avaria. É o que permite chegar antes do telefonema, em vez de depois.
Um servidor novo de pé em menos de 30 minutos
Quando é preciso um servidor virtual novo, ele fica operacional em menos de 30 minutos. É o tempo entre a decisão e a máquina pronta a receber trabalho.
Isto muda muita coisa. Uma máquina de testes para experimentar uma atualização antes de a fazer a sério. Capacidade extra só para o mês do fecho de contas, e retirada a seguir. Ou uma máquina de emergência na manhã em que o servidor da empresa morre, sem esperar semanas por uma encomenda de equipamento.
Sejamos claros. O que fica pronto em minutos é a máquina, com sistema instalado e acessível. Migrar dados, instalar o programa de gestão e afinar tudo é outro trabalho, com outro prazo, que dizemos caso a caso. O que desaparece é a espera pelo equipamento, a parte que ninguém conseguia encurtar.
O Microsoft 365 não faz cópia de segurança dos seus dados
Muita empresa ouve isto tarde demais. O que fica assegurado é a disponibilidade do serviço e a integridade da infraestrutura de quem o fornece. Ninguém lhe devolve o email que um colaborador apagou há quatro meses, nem a pasta do SharePoint que alguém limpou por engano, nem os ficheiros que o ransomware cifrou e sincronizou por cima dos bons.
Chama-se responsabilidade partilhada e está escrito nos termos: o fornecedor responde pela plataforma, o cliente responde pelos dados que lá põe. As lixeiras e as retenções ajudam. Têm prazos curtos. Não substituem uma cópia independente, guardada noutro sítio e com histórico maior.
Por isso, quando montamos Microsoft 365, montamos também a cópia dos dados de correio, ficheiros e equipas. Há empresas na região a vender Microsoft 365 sem nunca terem tido esta conversa com o cliente. Custa pouco ter essa conversa. Custa muito não a ter tido.
Cópias de segurança que aguentam um ataque
Um disco externo ligado ao servidor não serve de cópia de segurança. É o primeiro sítio onde o ransomware vai, porque está montado e acessível como qualquer outra pasta. Um NAS na rede sem separação, idem.
O princípio que seguimos é antigo e continua a ser o que funciona: mais do que uma cópia, em mais do que um suporte, com pelo menos uma fora da empresa e uma que não possa ser alterada nem apagada durante o período definido. É essa última que salva quem é atacado. Quem ataca destrói primeiro as cópias.
Definimos convosco duas coisas que quase ninguém escreve num contrato: quanto trabalho pode perder, ou seja, de quanto em quanto tempo se copia, e quanto tempo pode ficar parado, o tempo aceitável até estar tudo de pé outra vez. São perguntas de gestão. As respostas mudam por completo o desenho e o custo.
Já experimentou repor?
A pergunta certa nunca foi se a empresa tem cópias. É se alguém já as repôs. Encontramos com frequência cópias a correr há anos que ninguém testou, e algumas não servem para nada: falta metade da base de dados, o ficheiro está corrompido, ou a palavra-passe que o abre perdeu-se com o técnico que saiu.
Testamos reposições. O cliente fica a saber uma coisa concreta em vez de uma promessa: quanto tempo demora, na prática, a voltar a trabalhar. Esse número muda a conversa. Uma empresa que sabe que repõe o servidor de faturação em duas horas toma decisões diferentes de uma que nunca fez a pergunta.
Servidor cá dentro, na cloud, ou os dois
Não há resposta única. Desconfie de quem lhe der uma sem ver a casa. O que decide são quatro coisas: a qualidade da ligação à internet no local, o peso do que a empresa corre, quanto tempo pode ficar parada, e o dinheiro que já está enterrado em equipamento comprado há pouco tempo.
Para muitas empresas do interior o resultado certo é misto: correio, documentos partilhados e cópias lá fora, e a base de dados pesada cá dentro enquanto a ligação da zona não for de confiança. Para outras, sobretudo com várias instalações ou com gente na estrada, passar tudo simplifica a vida e sai mais barato do que substituir o servidor.
Fazemos a conta dos dois lados, a três ou cinco anos, com o que costuma ficar de fora das propostas: eletricidade, ar condicionado, substituição de discos, licenças, horas de quem trata daquilo. Depois dizemos o que compensa. Às vezes é ficar como está.
O seu servidor Windows Server 2016 tem data marcada
O suporte alargado do Windows Server 2016 termina a 12 de janeiro de 2027. A partir daí, correções de segurança só pagando um programa de extensão. Sem correções, o servidor é uma porta aberta com um cartaz.
Há muita máquina dessas instalada na região, quase sempre a funcionar bem, que é precisamente o que torna a conversa difícil. Ainda há tempo. Decidir cedo traz duas vantagens: escolhe-se em vez de se remendar à pressa, e a migração faz-se numa altura em que a empresa possa parar, em vez de ser em janeiro com a contabilidade a fechar o ano.
Fazemos o levantamento do que está a correr nessas máquinas e um plano com datas. Às vezes basta atualizar o sistema. Outras vezes é aproveitar a obrigação para passar aquilo para infraestrutura alojada e deixar de ter servidor na empresa.
O que fica escrito antes de começar
Onde ficam os dados e em que país. De quanto em quanto tempo se copia e durante quanto tempo se guarda. Quanto tempo demora a repor. Quem tem acesso a quê. E o que acontece se um dia decidir sair? É a pergunta que ninguém gosta de ouvir e que nós respondemos primeiro: os dados são seus, saem consigo, e não desenhamos contratos para tornar a saída difícil.
Quanto custa
Cópias de segurança desde 9,90 € por mês mais IVA. Servidores virtuais desde 20 € por mês mais IVA. Publicamos estes valores por uma razão simples: fomos ver os sites de quem vende isto no Norte e nenhum publica um único preço. Às escuras não se compara nada.
Daí para cima depende de três coisas: quanto ocupa, com que frequência se copia, e quanto tempo pode ficar parado. Não há pacotes fechados. São dimensionadas caso a caso, com o processador, a memória, o disco e a retenção que fazem sentido para aquela empresa, e não com o tamanho que dá jeito a quem vende.
Da visita de 90 minutos sai um orçamento escrito com o valor mensal e com o que está incluído, para poder comparar linha a linha com outras propostas. Costuma ser um exercício esclarecedor.
Valores a que acresce IVA à taxa legal em vigor. Serviços dirigidos a empresas e profissionais.
Como começa
Com uma visita de cerca de 90 minutos, sem custo, no local. Vemos o que está montado, o estado dos servidores, se as cópias existem e se alguma vez foram repostas. Sai daí um levantamento escrito, com o que é urgente e o que pode esperar. A decisão fica do seu lado.
Já testou as suas cópias de segurança?
Diga-nos o que tem hoje e onde está guardado. Respondemos em 1 hora útil, com preço e prazo por escrito.
Ligar 273 332 409
(chamada para a rede fixa nacional)
Falar por WhatsApp
(sem custo de chamada; aplica-se o tarifário de dados do seu operador)
Respostas diretas
Quanto custa alojar um servidor ou ter cópias de segurança?
Em quanto tempo conseguem ter um servidor a funcionar?
Onde ficam alojados os dados da minha empresa?
As vossas cópias aguentam um ataque de ransomware?
Já testaram alguma vez repor as cópias?
O meu servidor tem Windows Server 2016. Tenho de fazer alguma coisa?
E se um dia quisermos sair?
Compensa passar tudo para a cloud?
Guardar tudo no Microsoft 365 chega como cópia de segurança?
O meu servidor tem vários anos. Tenho de o trocar?
Consigo pôr a equipa a trabalhar de casa em condições?
Como é que sei se as minhas cópias de segurança funcionam?
Quer falar sobre cloud, servidores e cópias de segurança?
Diga-nos o que tem montado e o que está a falhar. Quem atende é um técnico, e na maior parte dos casos a conversa chega para perceber se é caso para nós e quanto custa.
Ligar 273 332 409 Falar por WhatsApp
Chamada para a rede fixa nacional. No WhatsApp não há custo de chamada; aplica-se o tarifário de dados do seu operador. Atendemos de segunda a sexta, das 9h00 às 18h00.
Prefere escrever? Marque a visita de 90 minutos, sem custo e sem compromisso.