Sites · Lojas online · Integração com o ERP · Bragança, Norte

Criação de sites, lojas online e páginas web em Bragança

Fazemos sites em código próprio, sem temas nem construtores, e ligamos a loja online ao software de gestão que a empresa já usa. O nosso portefólio mais honesto é a página que está a ler neste momento.

Preços de partida: site institucional desde 500 €, loja online desde 1 000 €, integração da loja com o ERP desde 500 € e alojamento com manutenção a 25 € por mês. Valores para empresas, sem IVA. O orçamento sai por escrito com as fases separadas. Trabalhamos a partir de Bragança para todo o distrito e para o Norte.

Revisto em . O que mudou: os preços de partida passaram para o topo da página.

Comece por avaliar quem lhe vai fazer o site

Chamem-lhe criação de sites, desenvolvimento web, web design ou páginas de internet. É tudo o mesmo. O que muda é quem o faz. Numa pesquisa por criação de sites em Bragança aparecem sobretudo agências de marketing. Fazem falta e fazem bem o que fazem. Mas se o seu site tem de falar com o stock, com a faturação ou com o ERP, o problema deixou de ser de comunicação e passou a ser de integração, e aí muda a casa que se contrata.

Deixamos aqui uma sugestão que serve mesmo para quem não nos contrate: abra o site de quem lhe vai fazer o site e veja como está feito. Quanto demora a abrir no telemóvel? O endereço e o telefone, vê-os sem procurar? E as imagens: têm texto alternativo ou não têm? É meia hora e diz mais do que qualquer proposta comercial.

Este site é o nosso portefólio, e os números são verificáveis

Não pomos aqui capturas de ecrã de trabalhos bonitos. Pomos o que se pode medir no sítio onde está:

Setenta e quatro páginas, todas a responder em menos de um oitavo de segundo a partir do servidor, com uma média de setenta e um milissegundos. Conteúdo comprimido. Dados estruturados válidos em todas, sem uma única exceção, incluindo perguntas frequentes e migalhas de navegação.

Zero JavaScript inline e zero manipuladores de evento no HTML, porque o site corre com uma política de segurança de conteúdos estrita que os proíbe. É a diferença entre dizer que o site é seguro e ter uma regra no servidor que impede o próprio programador de fazer asneira.

Todas as imagens com texto alternativo e com largura e altura declaradas. Sem exceções. É o que evita que a página salte enquanto carrega e o que permite a quem usa leitor de ecrã perceber o que lá está.

Certificado de segurança com HSTS, cabeçalhos de proteção em todas as páginas, sitemap e ficheiro para motores de resposta com inteligência artificial. Zero páginas órfãs e um único link interno partido em todo o site.

Isto não é um argumento de vaidade técnica. É a resposta à pergunta que devia fazer-se sempre e quase nunca se faz: quem me está a vender um site sabe fazer um bom site para si próprio?

Sites por medida, em código próprio

Construímos em PHP e base de dados, com o código escrito para o caso. Não usamos temas comprados nem construtores visuais, e a razão é prática e não ideológica.

Um site montado sobre um tema e duas dezenas de extensões carrega código que ninguém precisa, fica dependente de atualizações de terceiros, e é a origem da maior parte dos sites invadidos que nos chegam para recuperar. Basta uma extensão abandonada. Quando o código é nosso, não há extensão de terceiro a decidir a segurança do seu negócio.

Também significa que o site faz exatamente o que precisa e mais nada. Se a sua empresa tem um processo estranho, e têm quase todas, o site acompanha o processo em vez de o obrigar a caber num molde.

Lojas online ligadas ao software de gestão

Esta é a parte onde nos separamos de toda a concorrência local, e é onde está a maior parte do dinheiro mal gasto em comércio eletrónico.

Uma loja online desligada do ERP obriga alguém a lançar as encomendas à mão, a corrigir stocks que não batem certo, e a atualizar preços em dois sítios. Funciona nas primeiras semanas. Depois começam as vendas de artigos que já não há, as diferenças de inventário e as horas de trabalho administrativo que ninguém orçamentou.

Integramos lojas online com Cegid PHC, ZoneSoft, XD e Sage. Na prática, isto quer dizer quatro coisas.

Os artigos e os preços descem do ERP para a loja. Cria-se o artigo uma vez, no sítio onde ele já é criado hoje, e ele aparece na loja com a descrição, o preço, o IVA e as imagens.

O stock acerta nos dois lados. A loja mostra o que existe mesmo. Quando alguém compra na loja, o stock desce no ERP; quando se vende ao balcão, a loja fica a saber.

As encomendas sobem para o ERP já como documento. Sem transcrição, sem erros de digitação, sem a noite de lançamento de encomendas.

E o mesmo vale para marketplaces. Quem vende em mais do que um sítio conhece o problema a sério: a loja própria, o marketplace e o balcão a disputarem o mesmo stock. Ligar tudo ao ERP resolve isso na origem, porque passa a haver uma única fonte de verdade em vez de três folhas de cálculo.

Não é conversa de proposta comercial. Temos em produção um middleware próprio que sincroniza o Cegid PHC com pontos de venda, com mais de dois mil documentos integrados por dia e dezenas de artigos e preços a descer diariamente. É a mesma engenharia que se aplica a uma loja online, com registo do que passou, deteção de duplicados e reprocessamento quando uma das pontas está em baixo.

Web design: o aspeto também é trabalho

Web design é como a página se apresenta e como a pessoa a percorre. O desenvolvimento faz andar. Quando saem de casas diferentes, o resultado é sempre o mesmo: um desenho aprovado que depois se descobre não ser construível, e duas empresas a explicarem uma à outra de quem é a culpa.

Fazemos as duas. Desenhamos a estrutura a pensar no que a pessoa vem cá fazer, escrevemos os textos quando é preciso, e tratamos das versões para telemóvel a sério, que é onde a maioria das visitas acontece.

Há uma parte pouco vistosa que faz muita diferença e que quase ninguém orçamenta: acessibilidade. Contraste que se lê à luz do dia. Texto que cresce sem partir a página. Imagens com descrição. Navegação por teclado. Melhora a experiência de toda a gente e é obrigatória em qualquer site ligado a fundos públicos ou a organismos do Estado.

Alojamento, domínio, manutenção

Um site não acaba no dia em que fica no ar. É aí que a maioria dos projetos morre em silêncio: passa um ano, o certificado expira, o domínio quase não é renovado, ninguém atualizou nada, e o site fica lento ou fora de serviço numa sexta-feira à tarde.

Tratamos do registo ou transferência do domínio, do alojamento, do certificado de segurança sempre válido, das cópias de segurança e das atualizações. Vigiamos as datas de validade e avisamos com antecedência em vez de esperar pelo telefonema.

Prefere o alojamento que já tem? Também dá. Dizemos antes, por escrito, o que aquele alojamento aguenta e o que não aguenta. A decisão é sua, com a informação toda.

A parte legal que dá multas e que quase ninguém trata

Um site de empresa em Portugal tem obrigações que não são opcionais, e a maior parte dos sites da região não as cumpre.

Identificação completa da empresa, com denominação, número de identificação de pessoa coletiva, sede e registo comercial. Ligação ao livro de reclamações eletrónico. Política de privacidade verdadeira, que diga que dados são recolhidos e porquê, e não um texto copiado. Consentimento de cookies que funcione mesmo, o que significa não carregar rastreadores antes de a pessoa dizer que sim.

Quem vende online tem ainda as regras do comércio eletrónico e do consumidor: informação pré-contratual, prazo de livre resolução, custos de entrega claros antes do pagamento, e resolução alternativa de litígios. E há uma data a marcar no calendário: a partir de 1 de janeiro de 2027, uma fatura em PDF deixa de valer como fatura eletrónica sem assinatura ou selo qualificado. Quem vende online emite muitas faturas, e convém pensar nisso quando se monta a loja e não em dezembro de 2026. Temos página própria sobre certificados digitais.

Encontrado nos motores de pesquisa e nos de resposta

Não adianta um site bonito que ninguém encontra. Fazemos a parte que depende do site: estrutura de endereços, velocidade, títulos e descrições escritos para quem procura, dados estruturados, e o ficheiro que os motores de resposta com inteligência artificial leem para perceber o que a empresa faz.

Primeira posição, não prometemos. Quem promete isso está a vender o que não controla, e nas pesquisas locais o que mais pesa nem sequer é o site: é o perfil de empresa no Google, as avaliações e as referências noutros sítios. Dizemos-lhe isso à cabeça, com o plano do que depende de nós e do que depende de si.

Recuperar um site que ficou sem dono

É um pedido frequente e não obriga a começar do zero. Site feito por alguém que já não responde, acessos perdidos, alojamento a expirar, versão antiga com avisos de segurança no navegador, ou site invadido com conteúdo estranho a aparecer no Google.

Começamos por recuperar o controlo, domínio e alojamento primeiro, depois avaliamos o que se salva. Às vezes compensa recuperar. Outras, refazer sai mais barato. Dizemos qual é o caso com a conta feita, mesmo quando a resposta honesta é a que nos dá menos trabalho.

Quanto custa

Publicamos os valores de partida, o que praticamente ninguém neste mercado faz. Servem para saber se estamos na mesma ordem de grandeza antes de gastar tempo os dois.

ServiçoA partir deO que faz variar
Site institucional500 €Número de páginas, se os textos e as fotografias já existem, e formulários ou áreas reservadas.
Loja online1 000 €Quantidade e complexidade dos artigos, variantes, tamanhos, métodos de pagamento, regras de portes.
Integração da loja com o ERP500 €Que ERP é, o estado dos dados, e se a sincronização é só descendente ou nos dois sentidos.
Alojamento e manutenção25 €/mêsEspaço, tráfego, número de caixas de correio, periodicidade das cópias de segurança.

Todos os valores são para empresas e não incluem IVA. São preços de partida e não de tabela fechada: o orçamento sai por escrito, com as fases separadas e o preço ao lado de cada uma, para se ver o que se está a pagar.

Uma conta que vale a pena fazer com números à frente. Um site institucional com alojamento e manutenção fica em 500 € no arranque e 300 € por ano. Um cliente por ano e pagou-se. E se ninguém tratar do alojamento, do domínio e do certificado, o custo aparece na mesma, só que numa sexta-feira à tarde com o site fora de serviço.

Sobre programação por medida temos valores publicados. Também sem IVA. A primeira visita não tem custo e dela sai um orçamento com prazos, não uma proposta vaga.

Onde trabalhamos

Estamos em Bragança. Trabalhamos todo o distrito: Mirandela, Macedo de Cavaleiros, Vila Flor, Carrazeda de Ansiães, Torre de Moncorvo, Freixo de Espada à Cinta, Mogadouro, Miranda do Douro, Vimioso, Vinhais, Alfândega da Fé. E ainda Vila Real, Chaves e Peso da Régua. Num projeto web a distância conta pouco. Quase tudo se faz à distância; o que conta é poder aparecer na primeira reunião e conhecer o negócio.

Por onde começar

Meia hora de conversa chega. Serve para perceber se precisa de um site de apresentação, de uma loja, ou de uma loja ligada ao que já tem. A visita de 90 minutos não tem custo. Se o site que tem serve e só precisa de manutenção, é isso que lhe dizemos.

Para ler mais: desenvolvimento de software por medida, a página sobre propriedade do código, como se liga a loja online ao software de gestão e as nossas parcerias.

Perguntas frequentes

Respostas diretas

Quanto custa um site em Bragança?
Publicamos os valores de partida: site institucional desde 500 €, loja online desde 1 000 €, integração da loja com o ERP desde 500 € e alojamento com manutenção por 25 € ao mês. Sem IVA. O que faz variar é o número de páginas, a venda online e a ligação ao software de gestão que a empresa já usa. O orçamento sai por escrito e por fases.
Qual é a diferença entre web design e desenvolvimento web?
O design é o aspeto. O desenvolvimento é o que faz aquilo funcionar por baixo, do formulário à base de dados. Quem só desenha entrega um desenho bonito que alguém depois tem de construir. Quem só programa entrega algo que funciona, mas não convence. Na RTC fazemos as duas partes. Acaba a conversa do «o problema é do outro».
Usam WordPress ou um construtor de sites?
Não. Construímos em código próprio, em PHP e base de dados. Porquê? Um site montado sobre temas e dezenas de extensões fica dependente de atualizações de terceiros, acumula código que ninguém precisa e é a origem da maior parte dos sites invadidos que nos chegam para recuperar. O site que está a ler é o exemplo.
Conseguem ligar a loja online ao software de gestão que já uso?
Sim. É isso que nos distingue de uma agência. Fazemos integração de lojas online com Cegid PHC, ZoneSoft, XD e Sage, e também com marketplaces. Artigos e preços passam do ERP para a loja, o stock acerta nos dois lados e as encomendas entram no ERP já como documento. Temos em produção um middleware que integra mais de dois mil documentos por dia.
Quem fica dono do site e do código?
A empresa que paga. Entregamos o código, os acessos e a base de dados. Não guardamos nada que impeça outra pessoa de continuar o trabalho. Está escrito na página sobre propriedade do código e vale tanto para sites como para software.
O alojamento e o domínio estão incluídos?
Tratamos dos dois, se quiser. É o mais comum. Registamos ou transferimos o domínio, alojamos o site, mantemos o certificado válido, fazemos cópias de segurança e atualizações. Também podemos ficar só com o desenvolvimento e o site ir para o alojamento que já tem. Nesse caso dizemos antes o que esse alojamento aguenta.
Quanto tempo demora?
Um site institucional leva semanas, não meses, desde que os textos e as fotografias existam. É aí que os projetos atrasam. Uma loja online demora mais. Uma loja ligada ao ERP demora mais ainda, porque depende do estado dos dados no ERP. O prazo vai por escrito, fase a fase.
O site aparece no Google?
Fazemos a parte que depende do site: estrutura, velocidade, dados estruturados e textos escritos para quem procura, incluindo os motores de resposta com inteligência artificial. Posições, não prometemos. Quem promete a primeira posição vende o que não controla. Damos os números do que se mede e mostramos o que fizemos neste site.

Quer falar sobre o seu site?

Diga-nos o que tem hoje e o que precisa que o site faça. Se a conclusão for que o que tem serve e só precisa de arranjo, é isso que dizemos.

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