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Criação de sites, lojas online e páginas web em Bragança

Fazemos sites à medida em código próprio, sem temas nem construtores, e ligamos a loja online ao software de gestão que a empresa já usa. O nosso portefólio mais honesto é a página que está a ler neste momento.

Comece por avaliar quem lhe vai fazer o site

Chamem-lhe criação de sites, desenvolvimento web, web design ou páginas de internet: é tudo o mesmo trabalho com nomes diferentes, e o que muda é quem o faz. Numa pesquisa por criação de sites em Bragança aparecem sobretudo agências de marketing. Fazem falta e fazem bem o que fazem. Mas se o seu site tem de falar com o stock, com a faturação ou com o ERP, o problema deixou de ser de comunicação e passou a ser de integração, e aí muda a casa que se contrata.

Deixamos aqui uma sugestão que serve mesmo para quem não nos contrate: abra o site de quem lhe vai fazer o site e veja como está feito. Quanto tempo demora a abrir no telemóvel. Se tem endereço e telefone visíveis. Se as imagens têm texto alternativo. É meia hora e diz mais do que qualquer proposta comercial.

Este site é o nosso portefólio, e os números são verificáveis

Não pomos aqui capturas de ecrã de trabalhos bonitos. Pomos o que se pode medir no sítio onde está:

Setenta e quatro páginas, todas a responder em menos de um oitavo de segundo a partir do servidor, com uma média de setenta e um milissegundos. Conteúdo comprimido. Dados estruturados válidos em todas, sem uma única exceção, incluindo perguntas frequentes e migalhas de navegação.

Zero JavaScript inline e zero manipuladores de evento no HTML, porque o site corre com uma política de segurança de conteúdos estrita que os proíbe. É a diferença entre dizer que o site é seguro e ter uma regra no servidor que impede o próprio programador de fazer asneira.

Todas as imagens com texto alternativo e com largura e altura declaradas. Sem exceções. É o que evita que a página salte enquanto carrega e o que permite a quem usa leitor de ecrã perceber o que lá está.

Certificado de segurança com HSTS, cabeçalhos de proteção em todas as páginas, sitemap e ficheiro para motores de resposta com inteligência artificial. Zero páginas órfãs e um único link interno partido em todo o site.

Isto não é um argumento de vaidade técnica. É a resposta à pergunta que devia fazer-se sempre e quase nunca se faz: quem me está a vender um site sabe fazer um bom site para si próprio?

Sites à medida, em código próprio

Construímos em PHP e base de dados, com o código escrito para o caso. Não usamos temas comprados nem construtores visuais, e a razão é prática e não ideológica.

Um site montado sobre um tema e duas dezenas de extensões carrega código que ninguém precisa, fica dependente de atualizações de terceiros, e é a origem da maior parte dos sites invadidos que nos chegam para recuperar. Basta uma extensão abandonada pelo autor para abrir a porta. Quando o código é nosso, não há extensão de terceiro a decidir a segurança do seu negócio.

Também significa que o site faz exatamente o que precisa e mais nada. Se a sua empresa tem um processo estranho, e têm quase todas, o site acompanha o processo em vez de o obrigar a caber num molde.

Lojas online ligadas ao software de gestão

Esta é a parte onde nos separamos de toda a concorrência local, e é onde está a maior parte do dinheiro mal gasto em comércio eletrónico.

Uma loja online desligada do ERP obriga alguém a lançar as encomendas à mão, a corrigir stocks que não batem certo, e a atualizar preços em dois sítios. Funciona nas primeiras semanas. Depois começam as vendas de artigos que já não há, as diferenças de inventário e as horas de trabalho administrativo que ninguém orçamentou.

Integramos lojas online com Cegid PHC, ZoneSoft, XD e Sage. Na prática, isto quer dizer quatro coisas.

Os artigos e os preços descem do ERP para a loja. Cria-se o artigo uma vez, no sítio onde ele já é criado hoje, e ele aparece na loja com a descrição, o preço, o IVA e as imagens.

O stock acerta nos dois lados. A loja mostra o que existe mesmo. Quando alguém compra na loja, o stock desce no ERP; quando se vende ao balcão, a loja fica a saber.

As encomendas sobem para o ERP já como documento. Sem transcrição, sem erros de digitação, sem a noite de lançamento de encomendas.

E o mesmo vale para marketplaces. Quem vende em mais do que um sítio conhece o problema a sério: a loja própria, o marketplace e o balcão a disputarem o mesmo stock. Ligar tudo ao ERP resolve isso na origem, porque passa a haver uma única fonte de verdade em vez de três folhas de cálculo.

Não é conversa de proposta comercial. Temos em produção um middleware próprio que sincroniza o Cegid PHC com pontos de venda, com mais de dois mil documentos integrados por dia e dezenas de artigos e preços a descer diariamente. É a mesma engenharia que se aplica a uma loja online, com registo do que passou, deteção de duplicados e reprocessamento quando uma das pontas está em baixo.

Web design: o aspeto também é trabalho

Web design é como a página se apresenta e como a pessoa a percorre. Desenvolvimento é o que a faz funcionar. Quando saem de casas diferentes, o resultado é sempre o mesmo: um desenho aprovado que depois se descobre não ser construível, e duas empresas a explicarem uma à outra de quem é a culpa.

Fazemos as duas. Desenhamos a estrutura a pensar no que a pessoa vem cá fazer, escrevemos os textos quando é preciso, e tratamos das versões para telemóvel a sério, que é onde a maioria das visitas acontece.

Há uma parte pouco vistosa que faz muita diferença e que quase ninguém orçamenta: acessibilidade. Contraste que se lê à luz do dia, texto que cresce sem partir a página, imagens com descrição, navegação por teclado. Melhora a experiência de toda a gente e é obrigatória em qualquer site ligado a fundos públicos ou a organismos do Estado.

Alojamento, domínio e manutenção

Um site não acaba no dia em que fica no ar, e é aí que a maioria dos projetos morre em silêncio: passa um ano, o certificado expira, o domínio quase não é renovado, ninguém atualizou nada, e o site fica lento ou fora de serviço numa sexta-feira à tarde.

Tratamos do registo ou transferência do domínio, do alojamento, do certificado de segurança sempre válido, das cópias de segurança e das atualizações. Vigiamos as datas de validade e avisamos com antecedência em vez de esperar pelo telefonema.

Se preferir manter o alojamento que já tem, também trabalhamos assim. Dizemos antes, e por escrito, o que aquele alojamento aguenta e o que não aguenta, para a decisão ser sua e informada.

A parte legal que dá multas e que quase ninguém trata

Um site de empresa em Portugal tem obrigações que não são opcionais, e a maior parte dos sites da região não as cumpre.

Identificação completa da empresa, com denominação, número de identificação de pessoa coletiva, sede e registo comercial. Ligação ao livro de reclamações eletrónico. Política de privacidade verdadeira, que diga que dados são recolhidos e porquê, e não um texto copiado. Consentimento de cookies que funcione mesmo, o que significa não carregar rastreadores antes de a pessoa dizer que sim.

Quem vende online tem ainda as regras do comércio eletrónico e do consumidor: informação pré-contratual, prazo de livre resolução, custos de entrega claros antes do pagamento, e resolução alternativa de litígios. E há uma data a marcar no calendário: a partir de 1 de janeiro de 2027, uma fatura em PDF deixa de valer como fatura eletrónica sem assinatura ou selo qualificado. Quem vende online emite muitas faturas, e convém pensar nisso quando se monta a loja e não em dezembro de 2026. Temos página própria sobre certificados digitais.

Encontrado nos motores de pesquisa e nos de resposta

Não adianta um site bonito que ninguém encontra. Fazemos a parte que depende do site: estrutura de endereços, velocidade, títulos e descrições escritos para quem procura, dados estruturados, e o ficheiro que os motores de resposta com inteligência artificial leem para perceber o que a empresa faz.

O que não fazemos é prometer a primeira posição. Quem promete isso está a vender o que não controla, e nas pesquisas locais o que mais pesa nem sequer é o site: é o perfil de empresa no Google, as avaliações e as referências noutros sítios. Dizemos-lhe isso à cabeça, com o plano do que depende de nós e do que depende de si.

Recuperar um site que ficou sem dono

É um pedido frequente e não obriga a começar do zero. Site feito por alguém que já não responde, acessos perdidos, alojamento a expirar, versão antiga com avisos de segurança no navegador, ou site invadido com conteúdo estranho a aparecer no Google.

Começamos por recuperar o controlo, domínio e alojamento primeiro, depois avaliamos o que se salva. Às vezes compensa recuperar, às vezes é mais barato refazer. Dizemos qual é o caso com a conta feita, mesmo quando a resposta honesta é a que nos dá menos trabalho.

Quanto custa

Publicamos os valores de partida, o que praticamente ninguém neste mercado faz. Servem para saber se estamos na mesma ordem de grandeza antes de gastar tempo os dois.

ServiçoA partir deO que faz variar
Site institucional500 €Número de páginas, se os textos e as fotografias já existem, e formulários ou áreas reservadas.
Loja online1 000 €Quantidade e complexidade dos artigos, variantes e tamanhos, métodos de pagamento e regras de portes.
Integração da loja com o ERP500 €Que ERP é, o estado dos dados, e se a sincronização é só descendente ou nos dois sentidos.
Alojamento e manutenção25 €/mêsEspaço e tráfego, número de caixas de correio, e a periodicidade das cópias de segurança.

Todos os valores são para empresas e não incluem IVA. São preços de partida, não de tabela fechada: o orçamento sai por escrito, com as fases separadas e o preço ao lado de cada uma, para se ver o que se está a pagar.

Uma conta que vale a pena fazer com números à frente. Um site institucional com alojamento e manutenção fica em 500 € no arranque e 300 € por ano. Se esse site trouxer um cliente por ano, pagou-se. E se ninguém tratar do alojamento, do domínio e do certificado, o custo aparece na mesma, só que numa sexta-feira à tarde com o site fora de serviço.

Sobre desenvolvimento à medida temos valores publicados, o que praticamente ninguém neste mercado faz. Todos os valores que indicamos são para empresas e não incluem IVA. O primeiro diagnóstico é gratuito e dele sai um orçamento com prazos, não uma proposta vaga.

Onde trabalhamos

Estamos em Bragança e trabalhamos todo o distrito, incluindo Mirandela, Macedo de Cavaleiros, Vila Flor, Carrazeda de Ansiães, Torre de Moncorvo, Freixo de Espada à Cinta, Mogadouro, Miranda do Douro, Vimioso, Vinhais e Alfândega da Fé, e ainda Vila Real, Chaves e Peso da Régua. Num projeto web a distância conta pouco, porque quase tudo se faz à distância; o que conta é poder aparecer na primeira reunião e conhecer o negócio.

Por onde começar

Meia hora de conversa chega para perceber se precisa de um site de apresentação, de uma loja, ou de uma loja ligada ao que já tem. O diagnóstico é gratuito, e se a conclusão for que o site que tem serve e só precisa de manutenção, é isso que lhe dizemos.

Para aprofundar, veja o desenvolvimento de software à medida, a página sobre propriedade do código, o pilar de software de gestão e as nossas parcerias.

Perguntas frequentes

Respostas diretas

Quanto custa um site em Bragança?
Publicamos os valores de partida. Um site institucional começa em 500 €, uma loja online em 1000 €, a integração da loja com o ERP em 500 €, e o alojamento com manutenção em 25 € por mês. Todos os valores são para empresas e não incluem IVA. O que faz variar é o número de páginas, se há venda online, e se é preciso falar com o software de gestão que a empresa já usa. O orçamento sai por escrito, com as fases separadas.
Qual é a diferença entre web design e desenvolvimento web?
Web design é o aspeto e a forma como a pessoa navega. Desenvolvimento web é o que faz aquilo funcionar por baixo. Quem só faz design entrega um desenho bonito que depois alguém tem de construir; quem só faz desenvolvimento entrega algo que funciona e não convence ninguém. Na RTC as duas coisas saem da mesma casa, e é por isso que não há a conversa de que o problema é do outro.
Usam WordPress ou um construtor de sites?
Não. Construímos em código próprio, em PHP e base de dados. Não é preconceito: é que um site montado sobre temas e dezenas de extensões fica dependente de atualizações de terceiros, acumula código que ninguém precisa, e é a origem da maior parte dos sites invadidos que nos aparecem para recuperar. O site que está a ler é o exemplo do que fazemos.
Conseguem ligar a loja online ao software de gestão que já uso?
Sim, e é o que nos distingue de uma agência. Fazemos integração de lojas online com Cegid PHC, ZoneSoft, XD e Sage, e também com marketplaces. Na prática, os artigos e os preços descem do ERP para a loja, o stock acerta nos dois lados, e as encomendas sobem para o ERP já como documento. Temos em produção um middleware que integra mais de dois mil documentos por dia.
Quem fica dono do site e do código?
A empresa que paga. Entregamos o código, os acessos e a base de dados, e não guardamos nada que impeça outra pessoa de continuar o trabalho. Está escrito na página sobre propriedade do código e vale para sites tal como vale para software.
O alojamento e o domínio estão incluídos?
Tratamos dos dois se quiser, e é o mais comum: registamos ou transferimos o domínio, alojamos o site, mantemos o certificado de segurança válido, fazemos as cópias de segurança e as atualizações. Também é possível ficarmos só com o desenvolvimento e o site ir para o alojamento que já tem, e nesse caso dizemos com antecedência o que aquele alojamento aguenta.
Quanto tempo demora?
Um site institucional de apresentação leva semanas, não meses, desde que os textos e as fotografias existam. É quase sempre aí que os projetos atrasam, e não do lado técnico. Uma loja online demora mais, e uma loja com integração ao ERP demora mais ainda porque depende do estado dos dados no ERP. Damos o prazo por escrito, com as fases separadas.
O site aparece no Google?
Fazemos a parte que depende do site: estrutura, velocidade, dados estruturados, textos escritos para quem procura, e o essencial para os motores de resposta com inteligência artificial. O que não fazemos é prometer posições, porque quem promete a primeira posição está a vender-lhe uma coisa que não controla. Damos os números do que é medível e mostramos o que fizemos neste site.