Cibersegurança
Os ataques entram quase sempre pelo email. Se já aconteceu, ligue 273 332 409, não é preciso ter contrato connosco. E se ainda não aconteceu, ajudamos a que não aconteça.
Se já aconteceu alguma coisa e precisa de ajuda agora, ligue 273 332 409. Não é preciso ter contrato connosco.
Pomos isto logo no início por uma razão simples: quase todas as semanas socorremos uma empresa que está a viver isso naquele momento. Não é um cenário que pusemos no site para assustar ninguém. É trabalho que fazemos com regularidade, em empresas daqui.
E há uma coisa que muitas empresas pequenas só descobrem no dia mau: não têm seguro que cubra isto e não têm ninguém atribuído. Uma empresa grande tem uma apólice e uma equipa. Uma empresa de oito pessoas tem o gerente, o telemóvel na mão e a faturação parada. É exatamente aí que fazemos falta.
Quase tudo o que corre mal começa no correio eletrónico. Não numa falha exótica, não num ataque de filme, mas numa mensagem que parecia normal, aberta por alguém que estava a fazer o seu trabalho.
É por isso que quando falamos de cibersegurança numa PME não começamos pelo equipamento. Começamos pelas contas de email, que é onde o dinheiro e a informação passam todos os dias.
Como é que isto acontece na prática
A conta que passa a ser de outra pessoa. Alguém descobre a palavra-passe de um colaborador, reutilizada noutro sítio, ou entregue numa página falsa que imitava a do costume. A partir daí não precisa de mais nada: entra, lê tudo, e fica quieto a observar.
A fatura com o IBAN trocado. É a que mais dinheiro custa. Quem entrou na conta percebe quem são os fornecedores, espera pela altura certa, e envia a fatura verdadeira com um número de conta diferente. Ninguém desconfia, porque a mensagem vem mesmo de quem devia vir. Só se descobre quando o fornecedor real telefona a perguntar pelo pagamento.
As regras que apagam as provas. Depois de entrar, a primeira coisa que fazem é criar uma regra que reencaminha as respostas para uma pasta que ninguém abre. Quando finalmente se dá por isso, as mensagens que denunciariam tudo já foram apagadas, e o prazo para as recuperar já passou.
O ficheiro que cifra tudo. Chega em anexo, alguém abre, e ao fim de algumas horas os ficheiros da empresa deixam de abrir. Aqui a pergunta deixa de ser sobre antivírus e passa a ser uma só: ao fim de quantas horas voltamos a faturar?
Antes, o que fazemos para isto não acontecer
Não vendemos medo nem pacotes fechados. Fazemos primeiro um diagnóstico gratuito e dizemos-lhe o que encontrámos, mesmo que a conclusão seja que está melhor do que pensava.
Contas. Autenticação em dois passos, que é de longe a medida com melhor relação entre custo e proteção. Revisão de quem tem acesso a quê, e o que acontece às contas de quem sai da empresa.
Correio. Configuração correta do domínio para que ninguém consiga enviar mensagens em nome da sua empresa, que é uma das causas mais frequentes de fraude com fornecedores, e uma das mais simples de fechar. Filtragem e deteção de mensagens fraudulentas.
Postos e rede. Proteção nos computadores, firewall com as subscrições ativas, porque sem subscrição uma firewall é pouco mais do que um router caro, e separação da rede de visitas da rede de trabalho.
Cópias de segurança testadas. Incluindo as do Microsoft 365, que muita gente julga que a Microsoft faz e não faz. E testadas quer dizer restauradas à sua frente, não apenas configuradas.
As pessoas. Formação curta e concreta, com exemplos reais do seu setor. A maior parte dos incidentes não é falha de tecnologia, é alguém a ser enganado num dia mau.
Depois: se já aconteceu
Voltamos ao que dissemos no início, porque é a parte que interessa: ligue 273 332 409. Não é preciso ter contrato connosco.
E enquanto não falamos, comece por aqui: o que fazer nas primeiras horas quando uma conta de email é comprometida. A primeira regra é não apagar nem reinstalar nada.
Nas primeiras horas o que importa é conter e preservar. Ajudamos a cortar o acesso de quem não devia lá estar, a repor o controlo das contas, a perceber o que foi visto ou levado, e a evitar o erro mais comum, que é apagar ou reinstalar à pressa, destruindo exatamente as provas de que se vai precisar depois.
Depois há a parte que ninguém antecipa: as obrigações de comunicação têm prazos curtos. Se houve dados pessoais envolvidos, há uma notificação a fazer em setenta e duas horas. Se a sua empresa estiver abrangida pelo novo regime da cibersegurança, há um alerta a dar ainda mais cedo. Ajudamos a perceber o que se aplica ao seu caso e a cumprir dentro do prazo.
A seguir, a reposição: recuperar o que se perdeu a partir das cópias, voltar a pôr a empresa a trabalhar, e fechar a porta por onde entraram, porque quem foi atacado uma vez costuma voltar a ser.
No fim fica-lhe um relatório escrito
Quando o incidente está fechado, entregamos por escrito o que aconteceu: por onde entraram, o que foi afetado, o que foi reposto e em quanto tempo, e o que estava em falta para que isto não tivesse acontecido. Entregamos esse relatório mesmo a quem não é nosso cliente e não tenciona vir a ser.
Fazemos isto porque a pior parte de um ataque não é o dia do ataque, é a empresa voltar exatamente ao mesmo estado em que estava na véspera. O relatório existe para que a decisão seguinte se tome com factos, e não com o susto ainda em cima.
Se a partir dele quiser passar a ter isto acompanhado de forma contínua, é disso que trata a avença. Se não quiser, o relatório é seu na mesma.
Duas velocidades, conforme o que precisa
Há empresas que querem isto tratado e esquecido. Para essas, a cibersegurança faz parte da avença de assistência, com tempo de resposta comprometido e alguém a olhar por isto todos os meses.
Há outras que preferem começar por perceber onde estão. Para essas, o diagnóstico chega, e depois decidem.
Em qualquer dos casos, dizemos-lhe o que precisa e o que não precisa. Vender proteção a mais a uma empresa pequena é tão mau serviço como vender a menos.
E a lei
O novo regime da cibersegurança alargou muito o número de empresas abrangidas, e trouxe uma consequência que apanha ainda mais gente: quem está abrangido é obrigado a exigir garantias a quem lhe presta serviços. Na prática, muitas PME que não estão diretamente abrangidas começam a receber questionários de segurança dos seus próprios clientes.
Se já recebeu um desses questionários e não soube o que responder, é um bom momento para falarmos. E se ainda não recebeu, é um bom momento para se preparar.
Trabalhamos com Sophos e Zyxel em firewall e rede, e ESET na proteção de postos. Em Bragança, Trás-os-Montes, Alto Douro e restante Norte.
Respostas diretas
Socorrem empresas que não são vossas clientes?
O que devo fazer nas primeiras horas?
Tenho de comunicar o incidente a alguma entidade?
Fica-me alguma coisa por escrito no fim?
A minha empresa é pequena. Também é alvo?
Interessado em cibersegurança?
Fale connosco e receba uma proposta ajustada à sua empresa.
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