Serviço

Redes Estruturadas e Wi-Fi Gerido

Dezenas de instalações de Wi-Fi em meio urbano e rural: câmaras municipais com WiFi4EU, juntas de freguesia, instituições de solidariedade, hotelaria e empresas. Cablagem estruturada, cobertura medida no local, redes separadas e monitorização. Bragança e todo o Norte.

Uma rede sem fios só se nota quando falha. Enquanto funciona, ninguém agradece; no dia em que a receção de um hotel não consegue fazer o check-in, ou em que um lar fica sem ligação entre edifícios, torna-se o assunto mais importante do dia. É por isso que esta página começa por dizer onde é que já fizemos isto, e só depois explica como.

Onde já fizemos, com nome

Temos dezenas de instalações de Wi-Fi feitas e a funcionar, em meio urbano e em meio rural, para câmaras municipais, juntas de freguesia, instituições de solidariedade, hotelaria e empresas. Estas são as que podemos nomear.

Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães

Rede WiFi4EU, o programa europeu de Wi-Fi gratuito em espaços públicos.

Câmara Municipal de Vila Flor

Rede WiFi4EU, em espaços públicos do concelho.

Freguesia de Miranda do Douro

Cobertura sem fios ao serviço da freguesia e de quem a usa.

Santa Casa da Misericórdia de Freixo de Espada à Cinta

Todos os edifícios da instituição ligados entre si, com rede segura e monitorizada para utentes e para as equipas.

Trabalhar para entidades públicas obriga a uma coisa que se aprende depressa: prazos, regras de contratação e prestação de contas não são detalhe, e um fornecedor que não está habituado a isso atrasa o processo todo.

WiFi4EU: o que é, e o que costuma acontecer depois

O WiFi4EU é uma iniciativa da União Europeia que apoiou municípios com vales de 15 mil euros para instalar Wi-Fi gratuito em espaços públicos, como praças, jardins, edifícios municipais, bibliotecas, centros de saúde e museus, em sítios onde ainda não existia acesso livre. Instalámos duas destas redes, em Carrazeda de Ansiães e em Vila Flor.

A parte que ninguém conta é a que vem a seguir. Estas redes ficaram montadas há anos e continuam obrigadas a funcionar: equipamento envelhece, pontos deixam de responder, a ligação que servia deixa de chegar para a procura, e o portal de acesso precisa de manutenção. Fazemos manutenção, substituição e expansão de redes WiFi4EU já instaladas, incluindo as que não foram montadas por nós.

Falar sobre a rede do município

Instituições sociais: o caso mais completo que temos

Na Santa Casa da Misericórdia de Freixo de Espada à Cinta o problema não era cobertura num edifício. Era vários edifícios da instituição a funcionarem como ilhas separadas.

Ligámos todos entre si por ligação sem fios, evitando obra de cabo entre edifícios que ali não era viável, e desenhámos duas realidades diferentes na mesma infraestrutura: uma rede para utentes e visitantes, e outra para as equipas de trabalho, que precisam de ligação nas várias zonas onde prestam serviço. Separadas como devem estar, e ambas monitorizadas.

À volta disso ficou o resto: firewall a proteger a entrada e a separar quem vê o quê, servidor virtual para o que a instituição corre internamente, e a gestão de toda a rede de cabo estruturada. É o exemplo que costumamos dar quando alguém pergunta o que quer dizer tratar da informática toda: aqui, a rede sem fios foi a parte visível de um trabalho bastante maior. Ver assistência informática empresarial.

Lares, centros de dia e instituições de solidariedade têm uma exigência que as empresas não têm: há pessoas a viver naquele edifício, e a rede tem de servir quem lá trabalha sem expor quem lá está.

Hotelaria: Wi-Fi gerido para quem recebe hóspedes

Num hotel, o Wi-Fi é das primeiras coisas que o hóspede testa e das primeiras de que se queixa numa avaliação online. Instalamos redes geridas para hotelaria e alojamento, com cobertura desenhada quarto a quarto e não a olho, portal de entrada com a imagem da casa, e a rede dos hóspedes completamente separada da rede de gestão, onde vivem o programa de reservas, a faturação e as câmaras.

Do lado da privacidade e das obrigações legais, o princípio que aplicamos é simples: recolher o mínimo, dizer com clareza ao hóspede o que se recolhe e para quê, e manter o portal e os termos de utilização em ordem. A leitura jurídica fina é do advogado de cada casa, e é com ele que confirmamos o que a operação exige antes de configurar seja o que for.

Pedir uma avaliação da rede do hotel

Wi-Fi social: entrar com as redes sociais

Em espaços comerciais, restauração e eventos, montamos acesso em que a pessoa entra na rede autenticando-se com uma rede social em vez de pedir a palavra-passe ao empregado. Poupa tempo ao balcão, dá ao espaço uma noção de quem passa por lá, e permite comunicação posterior quando o visitante o aceita.

Dizemos sempre o mesmo antes de montar: isto trata dados pessoais e só se faz com consentimento claro e com uma finalidade escrita. Feito assim, é uma ferramenta de marketing legítima. Feito à pressa, é um problema à espera de acontecer.

Empresas: cobertura desenhada, não adivinhada

Num armazém com estantes metálicas, numa fábrica com máquinas a gerar ruído elétrico, ou num edifício de paredes grossas, o número de pontos de acesso não se adivinha pela planta. Mede-se no local, com o espaço como ele é e não como está desenhado no papel.

Também tratamos do que fica dentro das paredes: bastidor arrumado, cablagem estruturada, certificação dos pontos instalados, e rede de visitas separada da rede da empresa. Uma rede bem montada nota-se anos depois, quando é preciso acrescentar um posto e ninguém tem de adivinhar para onde vai cada cabo.

Eventos e instalações temporárias

Uma rede de evento não é uma rede de escritório em ponto pequeno. Dura dias, monta-se depressa, e tem de aguentar centenas de pessoas no mesmo sítio à mesma hora, muitas vezes ao ar livre ou debaixo de tenda, onde não há paredes para pendurar nada nem tomadas onde faziam falta.

Fazemos essas também, com a cobertura desenhada para as portas, a bilheteira e os bares, e testada antes de abrir. É onde esta competência se nota mais, porque não há segunda oportunidade: o evento é naquele dia. Ver a nossa solução de bilhética, em que a rede vai no mesmo pacote.

Como trabalhamos, do princípio ao fim

  • Visita e medição. Vamos ao local ver o espaço, medir cobertura e perceber onde as pessoas estão quando precisam da ligação, que raramente coincide com onde é cómodo pôr equipamento.
  • Projeto escrito. Pontos, percursos de cabo, equipamento e separação de redes, com o custo à frente. Serve para comparar propostas e serve para o dia em que outra pessoa tiver de mexer naquilo.
  • Instalação e certificação. Cabo passado como deve ser, bastidor arrumado e identificado, e pontos certificados em vez de dados como bons porque acendem.
  • Monitorização e continuidade. Ficamos a ver o estado da rede, e quem instalou é quem responde quando alguma coisa falha. Ver avenças.

Quem instala é quem depois responde

A pior situação para um cliente é ter uma rede montada por quem desapareceu e um problema que ninguém quer assumir. Instalamos, documentamos e ficamos. Se um dia mudar de fornecedor, o projeto e a documentação são seus e vão consigo.

Como começa

Com uma visita e um diagnóstico gratuito. Do que vimos no local sai um projeto escrito com pontos, equipamento e valores, e a decisão fica do seu lado com tudo à frente.

Marcar o diagnóstico gratuito

Perguntas frequentes

Respostas diretas

Já fizeram redes para câmaras e juntas de freguesia?
Já, e são referências que podemos nomear. Instalámos redes WiFi4EU nas Câmaras Municipais de Carrazeda de Ansiães e de Vila Flor, e trabalhámos a cobertura sem fios na Freguesia de Miranda do Douro. Temos dezenas de instalações feitas, em meio urbano e em meio rural. Trabalhar para entidades públicas obriga a lidar com prazos, regras de contratação e prestação de contas, e estar habituado a isso poupa tempo a toda a gente.
O que é o WiFi4EU e ainda dá para aderir?
Foi uma iniciativa da União Europeia que apoiou municípios com vales de 15 mil euros para instalar Wi-Fi gratuito em espaços públicos como praças, jardins, edifícios municipais, bibliotecas e centros de saúde. As candidaturas decorreram em rondas próprias e o que hoje existe são redes instaladas há anos, que continuam obrigadas a funcionar. É aí que entramos agora: manutenção, substituição de equipamento e expansão dessas redes, incluindo as que não foram montadas por nós.
Fazem Wi-Fi para hotéis, com as obrigações legais tratadas?
Fazemos, e a parte mais importante é invisível para o hóspede: a rede dos quartos fica completamente separada da rede de gestão, onde estão as reservas, a faturação e as câmaras. Do lado da privacidade, o princípio é recolher o mínimo, dizer com clareza o que se recolhe e para quê, e manter o portal e os termos de utilização em ordem. A leitura jurídica fina é do advogado de cada casa, e é com ele que confirmamos o que a operação exige antes de configurar seja o que for.
Dá para as pessoas entrarem no Wi-Fi com o Facebook ou o Instagram?
Dá, e chama-se Wi-Fi social. A pessoa autentica-se com a rede social em vez de pedir a palavra-passe ao empregado, o que poupa tempo ao balcão e dá ao espaço uma noção de quem passa por lá. Fica o aviso do costume: isto trata dados pessoais e só se monta com consentimento claro e finalidade escrita. Feito assim é uma ferramenta legítima; feito à pressa é um problema à espera de acontecer.
Conseguem ligar edifícios separados sem abrir valas?
Em muitos casos sim, por ligação sem fios entre edifícios, que é o que fizemos na Santa Casa da Misericórdia de Freixo de Espada à Cinta: os edifícios da instituição deixaram de ser ilhas separadas sem obra de cabo entre eles. Depende da distância, da linha de vista e do que passa pelo meio, e é isso que se avalia na visita ao local.
Fazem a cablagem ou só configuram o equipamento?
Fazemos as duas coisas, e é isso que evita a discussão sobre de quem é a culpa quando alguma coisa falha. Projeto, percursos, tomadas, bastidor identificado, certificação dos pontos, e depois a configuração dos switches e dos pontos de acesso.
Consigo aproveitar a rede que já tenho?
Muitas vezes sim, e é a primeira coisa que verificamos. Há instalações antigas com cabo em bom estado que só precisam de organização e de equipamento novo nas pontas. Dizemos-lhe o que aproveita e o que não vale a pena manter, com a razão à frente.
O Wi-Fi da minha empresa vai abaixo quando está muita gente. Tem solução?
Quase sempre, e raramente passa por comprar equipamento mais potente. O que costuma faltar é desenho: pontos de acesso a mais ou a menos, mal colocados, todos no mesmo canal, e sem separação entre quem trabalha e quem está de visita.
Quanto tempo demora uma instalação?
Depende do espaço, do número de pontos e de quanto se pode furar. Damos-lhe o prazo depois da visita, antes de começar, e combinamos as fases de forma a que a empresa não pare.
Trabalham com que equipamento?
Trabalhamos sobretudo Zyxel em redes e firewalls, e escolhemos a gama conforme o que o espaço exige. Não temos uma única marca para vender: temos de escolher a que serve o caso, e explicamos porquê antes de comprar.

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