Assistência informática empresarial · Bragança e Norte

Implementamos e gerimos todos os sistemas de informática da sua empresa

A informática de uma PME cresce aos bocados. Um fornecedor montou a rede, outro vendeu o servidor, o programa de gestão veio de terceiros, a firewall foi comprada numa promoção e as cópias de segurança ficaram a cargo de quem tivesse tempo. Cada um responde pela sua parte. Ninguém responde pelo conjunto, e quem fica no meio a fazer de mensageiro é o gerente. A alternativa é entregar tudo a quem o assume inteiro.

O que é o A a Z

Todas as camadas, da secretária até à nuvem

Dizer que se dá apoio informático não significa grande coisa. A palavra cabe em tudo. Por isso, aqui fica a lista do que entra num só contrato, camada a camada. Se alguma coisa que a empresa usa não estiver aqui, é uma pergunta legítima a fazer-nos no primeiro dia.

Postos de trabalho

Computadores fixos e portáteis, sistemas operativos, contas de utilizador, impressoras, digitalizadores e periféricos. Instalação de posto novo, substituição de posto avariado e passagem dos dados de quem entra e de quem sai.

Rede e Wi-Fi

Bastidor, cablagem estruturada, comutadores, cobertura sem fios desenhada para o espaço real e ligações entre instalações. É a camada que ninguém vê e que faz parar tudo quando falha. Detalhe em redes e Wi-Fi.

Servidores e nuvem

Servidores físicos e virtuais, no local ou alojados. Quando compensa manter máquina em casa e quando compensa passar para a nuvem, com a conta feita antes e não depois. Ver cloud e servidores.

Correio eletrónico

Caixas de correio, domínios e os registos que decidem se o que a empresa envia chega ou vai para o lixo. É das áreas onde mais empresas perdem negócio sem saber, porque um email que não chega não dá erro a ninguém.

Loja, caixa e numerário

Postos de venda, impressoras de talões, gavetas, máquinas de contagem e troco. Tudo ligado ao programa de faturação, para que o que está na caixa bata certo com o sistema.

Segurança

Firewall, proteção nos postos, separação de acessos e autenticação em dois passos. Comprar uma caixa resolve pouco. O trabalho está em decidir quem pode chegar a quê. Ver cibersegurança.

Cópias de segurança

Cópias com destino fora da empresa e, sobretudo, reposições testadas. Uma cópia que nunca foi reposta vale o que vale uma esperança. Testamos. A empresa fica a saber quanto tempo demora a voltar ao ar depois de uma falha.

Duas coisas diferentes

Implementar é montar. Gerir é ficar responsável depois

Montar é a parte fácil e é onde quase toda a gente pára. Alguém instala, emite fatura e desaparece. O que fica por fazer é tudo o que dá trabalho durante anos: reparar quando avaria, atualizar antes de rebentar, rever o que já não serve, documentar para que a empresa não dependa da memória de uma pessoa, e avisar quando alguma coisa está a chegar ao fim.

Fazemos as duas, e é por isso que a segunda corre melhor. Chegar a uma avaria numa rede que fomos nós a montar poupa a parte mais demorada do trabalho, que é perceber o terreno antes de lhe tocar.

Também assumimos sistemas montados por outros. É normal. Nesse caso começa tudo pelo levantamento: o que existe, como está ligado, o que está fora de suporte e o que já ninguém sabe explicar. Sai daí um documento que é da empresa, mesmo que depois não trabalhe connosco.

Como começa

Do diagnóstico ao dia-a-dia, sem saltos

Quanto custa

Preços à vista, e o que fica de fora também

A gestão corrente faz-se por avença, com três escalões desde 75 € por mês mais IVA, resposta remota em uma hora útil e trabalho fora do âmbito a 80 € por hora. O que cada escalão inclui está escrito na página de avenças, com os valores à frente.

Dizemo-lo antes de perguntarem: equipamento, licenças e subscrições ficam de fora. A empresa compra-os e são dela. Aconselhamos o que serve e ajudamos a comprar bem. Não é disso que vivemos, e convém que o cliente o saiba desde o primeiro dia, antes de qualquer proposta.

Ligar 273 332 409 Falar por WhatsApp

Chamada para a rede fixa nacional. No WhatsApp não há custo de chamada; aplica-se o tarifário de dados do seu operador. Atendemos de segunda a sexta, das 9h00 às 18h00.

Prefere escrever? Marque a visita de 90 minutos, sem custo e sem compromisso.

Onde

Bragança, Trás-os-Montes, Douro e o resto do Norte

A sede é em Bragança. Fazemos rondas regulares pelos distritos do Norte. Boa parte do trabalho resolve-se sem sair do sítio, mas o que é físico exige lá estar, e é aí que a distância se nota. Pode ver as zonas e a frequência em assistência informática no Norte, ou ir direto a Bragança, Vila Real, Chaves e Mirandela.

Se o que procura é apenas resposta rápida quando alguma coisa pára, sem entregar a gestão inteira, isso também se faz e está explicado em assistência técnica.

Honestidade

O que não prometemos

Não prometemos que nada volta a avariar. Equipamento avaria. Ligações caem, fornecedores falham. O que se pode prometer é o tempo até alguém competente estar a tratar do assunto, e que a empresa nunca fica sem saber o que se passa.

Não recomendamos o que não serve só porque dá margem. Há casos em que a resposta certa é não mexer, e dizemos isso mesmo quando nos tira trabalho.

E não desenhamos contratos para prender ninguém. A documentação, o inventário e os acessos são da empresa e vão com ela se um dia decidir mudar.

Perguntas frequentes

Respostas diretas

O que quer dizer gerirem a informática toda?
Quer dizer que a empresa deixa de ter cinco fornecedores e nenhum responsável. Ficamos com o levantamento do que existe e com a decisão técnica do que se muda, e quando. Ficamos também com o dia-a-dia: postos, rede, servidores, cloud, correio, software de gestão, segurança, cópias. Quem decide é a empresa. Quem paga o que compra também. O que muda é que passa a haver uma pessoa a quem perguntar e a quem pedir contas.
Já temos um informático interno. Isto substitui-o?
Não. Raramente é isso que faz falta. Quem está por dentro conhece o negócio e resolve em minutos coisas que a nós nos levariam uma tarde a perceber. O que costuma faltar a um interno é retaguarda: alguém para as noites de migração, para as áreas em que ninguém pode ser bom sozinho, e para quando ele estiver de férias na semana do fecho de contas.
Quanto custa gerir a informática de uma empresa pequena?
Entre 75 € e 300 € por mês, mais IVA. O valor depende do número de postos e do que fica dentro do contrato, com resposta remota em uma hora útil; o trabalho fora do âmbito custa 80 € por hora. Está tudo publicado. A página de avenças mostra o que cada escalão inclui. Equipamento e licenças ficam à parte, e são da empresa, não nossos.
E se a empresa tiver mais do que uma instalação?
Acontece muito a partir de certa dimensão. É aí que mais compensa. Uma só política de segurança, as mesmas cópias, os mesmos acessos, e alguém que sabe como está montada cada instalação sem ter de perguntar. Fazemos rondas regulares pelos distritos do Norte, e a maior parte das intervenções faz-se sem sair do sítio.
Como começa, na prática?
Com uma visita de cerca de 90 minutos, sem custo. Vamos ver o que está montado, o que funciona e o que se aguenta por sorte. Do diagnóstico sai um levantamento escrito e uma proposta com prioridades. Se avançar, arrancamos pelo urgente. O resto entra por fases, para que a empresa não pare nem gaste tudo de uma vez.
O que acontece se decidirmos sair?
Levam tudo. A documentação da infraestrutura, os acessos e o inventário são da empresa e são entregues, sem prazos de aviso desenhados para prender ninguém. Preferimos que fique quem quer ficar, e quem se sente refém acaba sempre por sair pior.