Parceiro oficial Wintouch em Bragança e em Trás-os-Montes
Fornecemos a licença, implementamos e damos suporte técnico a todas as linhas do Wintouch: ponto de venda, hotelaria, clínicas, veterinárias e gestão comercial, nas versões local e cloud. Não é só o POS: é o produto inteiro.
O Wintouch é uma casa portuguesa de Braga, no mercado desde 2000, com mais de vinte mil empresas a usar o produto e uma rede de mais de quatrocentos parceiros em sete países. A RTC é um deles, e é o que trabalha o Nordeste transmontano.
Ser parceiro oficial nas três frentes, fornecimento, implementação e suporte, significa uma coisa prática: a licença, a instalação, a formação e o telefone quando algo falha são a mesma responsabilidade, e não três empresas a mandarem a culpa umas para as outras.
As linhas que trabalhamos
POS Restauração. Restaurantes, pastelarias, cafés e bares. Mesas e zonas, pedidos e impressão em cozinha, faturação certificada, fecho de caixa. É a linha que mais nos aparece e a que menos tolera paragens.
POS Retalho. Lojas, mercearias, talhos, padarias e comércio em geral, com vendas, stocks e compras. Onde há mais de uma loja, é aqui que a gestão centralizada de artigos e preços começa a fazer diferença.
POS Beleza e Bem-Estar. Cabeleireiros, estética e espaços de bem-estar, onde o que interessa não é só a venda: é a marcação, o histórico do cliente e o serviço prestado por profissional.
PMS Hotelaria. Hotéis, alojamento local e turismo rural, com reservas, check-in e check-out, e a operação de restaurante e bar ligada ao mesmo sistema. Numa região que vive de turismo sazonal, ter a receção e o restaurante no mesmo produto poupa mais trabalho do que parece.
Gestão de Clínicas e Gestão de Veterinárias. Marcações, histórico clínico, faturação e a parte administrativa que costuma andar em papel. Aqui há uma camada que não se pode ignorar: dados de saúde são categorias especiais de dados pessoais no RGPD, e a instalação tem de ser feita a pensar nisso, com controlo de acessos, registo e cópias de segurança que se consigam mostrar a quem pergunte.
Gestão Comercial. Vendas, compras e stocks para quem precisa de gestão sem chegar à complexidade de um ERP completo.
Módulos transversais. Ementa Digital, com menu no telemóvel do cliente e pedido à mesa. Bónus e Fidelização, para campanhas e cartões de cliente. Agenda, para marcações e alocação de recursos. E faturação eletrónica, que deixou de ser um extra e passou a ser calendário legal.
Local ou cloud: a pergunta que se responde no terreno
O Wintouch existe nas duas formas, e a decisão não é ideológica. Uma solução cloud resolve o acesso entre lojas, tira o servidor do armazém e faz as atualizações sozinha. Só que depende inteiramente da ligação à Internet do local, e no interior isso não é um detalhe.
Os números oficiais da ANACOM dizem que a cobertura de alta velocidade é hoje muito alta, mas há concelhos do distrito onde ainda fica claramente abaixo da média, e Bragança chegou a ser nomeada nas áreas brancas. Por isso, antes de recomendar cloud, olhamos para a ligação que existe no sítio onde o sistema vai trabalhar, e se for preciso resolvemos primeiro a ligação, ou instalamos a versão local. É a diferença entre vender o que está na moda e vender o que funciona àquela hora de almoço.
Preços: o que é da marca e o que é nosso
A Wintouch publica os planos e os preços no seu site, com escalões e período experimental, o que é raro neste mercado e é a favor de quem compra. Consultados a 4 de agosto de 2026, o ponto de venda começava em 7,13 € por mês, a gestão de clínicas em 20,25 € e o PMS de hotelaria em 22,50 €. São valores da marca, mudam sem nos avisar, e devem ser confirmados na fonte antes de qualquer decisão.
O que é nosso é o trabalho à volta da licença: levantamento, instalação, configuração, migração de dados, formação e assistência. Isso orçamentamos à parte e por escrito, e os valores que indicamos são para empresas e não incluem IVA. As nossas avenças de assistência têm preços públicos, o que também não é comum por cá.
Migrar para Wintouch, ou sair dele
Quando alguém nos pede para migrar de outro software de faturação para Wintouch, a primeira coisa que fazemos não é prometer: é verificar o que o software atual deixa mesmo exportar. Artigos, famílias, preços, clientes e stocks passam quase sempre. O histórico de documentos emitidos é caso a caso.
E há uma parte que quase ninguém levanta antes da mudança: a obrigação de manter acesso aos dados de faturação dos anos anteriores não desaparece por se ter trocado de programa. Isso resolve-se antes de desligar o sistema antigo, não seis meses depois, quando chega um pedido da Autoridade Tributária e já ninguém tem a licença ativa.
Wintouch ligado ao resto
O trabalho que nos distingue não é instalar um ponto de venda: é ligá-lo ao que já existe. Temos em produção um middleware que sincroniza o Cegid PHC com pontos de venda, com mais de dois mil documentos integrados por dia e artigos e preços a descer diariamente do ERP para as caixas. Trabalhamos também ZoneSoft e XD Software, o que nos põe numa posição rara: conhecemos as três marcas e não temos de defender uma para vender.
A isso junta-se o balcão completo: máquinas de gestão de numerário ligadas ao ponto de venda, a rede e o Wi-Fi, e os certificados digitais para assinar e selar documentos.
O que não fazemos, para ficar claro
Não desenvolvemos o produto Wintouch nem alteramos o comportamento do software: isso é da marca. Não prometemos funcionalidades que o produto não tem, e quando a resposta certa for «isso o Wintouch não faz», é isso que dizemos, e propomos a alternativa em vez de vender uma expectativa.
Por onde começar
Meia hora de conversa chega para perceber quantos postos tem, que linha do produto lhe serve, o que usa hoje e o que falha. O diagnóstico é gratuito e, se a conclusão for que o que tem serve e só lhe falta quem atenda o telefone, é isso que lhe dizemos. Veja também o pilar de software de gestão, com a comparação entre marcas, e as nossas parcerias.