Bilhética para eventos, ajustada a cada evento
Solução de bilhética desenvolvida por nós e ajustada a cada evento: venda online, máquinas de autovenda com cartão e dinheiro, controlo de acessos por QR, pulseiras com saldo, ligação à faturação certificada, e a rede do recinto instalada por nós, cablada e Wi-Fi.
Bilhética não é imprimir um bilhete. É tudo o que acontece entre a pessoa decidir ir e a pessoa entrar, e depois entre entrar e consumir lá dentro. Quando essa cadeia parte, parte sempre no pior momento possível, que é com fila à porta e o evento a começar.
A solução de que falamos aqui é nossa. Fomos nós que a desenvolvemos, e é por isso que a ajustamos a cada evento em vez de obrigar cada evento a caber no mesmo molde. Um espetáculo com uma entrada e lugar marcado não se gere como três dias de festa com quatro portas e seis bares, e o software devia notar a diferença.
A rede do recinto vai no mesmo pacote
É isto que nos separa de quem só vende bilhética: a rede do recinto é instalada por nós, ao mesmo tempo e pela mesma equipa. Somos especialistas em redes cabladas e Wi-Fi, é o que fazemos todas as semanas em empresas, e num evento essa competência deixa de ser um extra e passa a ser a fundação de tudo o resto.
Bilheteira, máquinas de autovenda, leitura à porta e consumos nos bares dependem todos de ligação. E um recinto cheio é dos ambientes mais hostis que existem para Wi-Fi: centenas ou milhares de telemóveis a disputar o mesmo espaço, estruturas metálicas, tendas, e a pior cobertura exatamente onde se junta mais gente. Não é coisa que se resolva com um router em cima de uma mesa.
Desenhamos a cobertura para o recinto real, com as portas, a bilheteira e os bares marcados na planta, levamos cablagem onde tem de ir, e testamos antes do dia em vez de descobrir à hora de abrir. Ver redes e Wi-Fi.
Há ainda uma vantagem que só se percebe quando alguma coisa corre mal: não há para quem apontar. Com a rede e a bilhética entregues por quem responde pelas duas, ninguém pode dizer que a culpa é do outro fornecedor, e a responsabilidade fica num sítio só.
Por onde se vendem os bilhetes
Online, com página do evento, tipos de bilhete diferentes, preços e períodos de venda definidos por si, e o bilhete entregue com código para apresentar à entrada.
Máquinas de autovenda no recinto, que é onde se resolve a fila do último minuto. Aceitam cartão e aceitam dinheiro, o que continua a ser importante: há público que não traz outra coisa, e obrigar a cartão à porta é a forma mais rápida de perder receita e criar discussão.
Bilheteira com posto de venda, para quem prefere ser atendido e para os casos que fogem à regra, que num evento são sempre mais do que se previa.
À porta
A validação faz-se por código QR, com leitura em vários pontos de entrada ao mesmo tempo. Cada bilhete entra uma vez, e quem tentar entrar com um bilhete já usado é travado ali, sem depender da memória de ninguém.
Quem organiza vê o que está a acontecer enquanto acontece: quantos entraram, por que porta, e quanto falta para a lotação. Serve para decidir no momento, que é quando as decisões de um evento têm de ser tomadas.
Eventos sem dinheiro físico
Para quem quer tirar o dinheiro de circulação dentro do recinto, temos a parte de cartões e pulseiras com saldo. A pessoa carrega, consome nos bares encostando a pulseira, consulta o saldo quando quiser, e o dinheiro deixa de andar às voltas em caixas improvisadas.
O que ganha quem organiza é aquilo que normalmente não se vê: filas mais rápidas nos bares, menos erro de troco, menos dinheiro à guarda de pessoas que estão ali para servir e não para ser tesoureiras, e um registo do que foi consumido em vez de uma estimativa no fim da noite.
Fica sempre uma regra por decidir, e é a mais importante: o que acontece ao saldo que sobra. Pode ser devolvido, pode ficar creditado para a edição seguinte, ou pode caducar. É decisão de quem organiza, mas exigimos que fique decidida e comunicada antes de abrir portas, porque é a principal razão de discussão à saída de um evento.
Lugares marcados e sessões
Quando o evento tem lugar marcado, a venda faz-se sobre a planta da sala, lugar a lugar. Quando tem mais do que uma sessão, cada sessão tem a sua lotação e a sua bilheteira, sem que uma coma os bilhetes da outra. São dois pormenores que parecem detalhe até ao dia em que faltam.
Ligado ao posto de venda e à faturação
Bilhetes e consumos ligam ao posto de venda e à faturação certificada. Quer dizer que o que se vendeu entra na contabilidade como qualquer outra venda, com documento a sério, em vez de aparecer como um número redondo no fim que ninguém consegue reconciliar na segunda-feira.
Isto costuma ser o que separa uma solução de eventos de um caderno com riscos. Trabalhamos com software de gestão todos os dias, e é daí que vem esta parte.
Porque é que ajustar a cada evento não é conversa de vendedor
Porque o código é nosso. Quando um evento precisa de um tipo de bilhete que não existia, de uma regra de desconto que ninguém tinha pedido, ou de um relatório com um formato específico para a autarquia ou para o patrocinador, isso faz-se. Não é preciso esperar que alguém, algures, decida pôr a funcionalidade numa versão futura. Ver desenvolvimento de software.
O que perguntamos antes de dizer que sim
Antes de dizer que sim, perguntamos quantas portas vai ter, quantos dias dura, quantos pontos de consumo existem, e se há energia onde as máquinas têm de ficar. Um evento não se salva no dia com boa vontade: salva-se na semana anterior, com estas perguntas respondidas e com o recinto visto por dentro.
Já correu em eventos reais
Já foi usada em eventos a sério, com público a pagar e portas a abrir à hora. Não publicamos nomes nem números sem autorização de quem organizou, e é uma regra que aplicamos a todos os clientes, não só a estes. Numa conversa mostramos o que se pode mostrar, incluindo o sistema a funcionar.
Quanto custa
Não publicamos preço, e a razão é simples: não seria honesto. Uma tarde com uma entrada e trezentos bilhetes não tem nada a ver com três dias, quatro portas e seis bares. Vemos o recinto, o programa e os canais de venda que quer ter, e sai um orçamento fechado para aquele evento, sem surpresas na fatura.
Respostas diretas
Também tratam da rede do recinto?
As pessoas podem pagar em dinheiro?
O que acontece ao saldo que sobra na pulseira?
Isto emite fatura como deve ser?
Serve para que tipo de eventos?
Quanto custa?
Quer um projeto assim na sua empresa?
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