Cegid PHC · Mirandela e Terra Quente

Parceiro Cegid PHC com a equipa no mesmo distrito

Trabalhamos de Bragança e Mirandela fica ali. Isso muda pouco na fatura e muda muito no dia em que é preciso alguém à frente do computador: não há viagem para justificar, não há semana de espera, e quem atende já esteve na sua empresa.

Mesmo distrito

Estar perto não é um argumento comercial, é o que permite prometer horas

Muita gente promete rapidez. A diferença está em quem consegue escrevê-la no contrato sem ficar aflito, e isso depende de coisas prosaicas: onde está a equipa, quantos clientes tem cada técnico, e se quem atende o telefone conhece a instalação ou está a ler uma ficha pela primeira vez.

Preferimos ter menos clientes e conhecê-los. É a razão de sermos capazes de responder a uma chamada sabendo já qual é a versão instalada e o que foi alterado da última vez, sem obrigar o senhor a explicar tudo de novo.

Para o resto do apoio informático, para além do software de gestão, há a página de assistência informática em Mirandela.

Campanha

Há empresas aqui que fazem metade do ano em seis semanas

Na Terra Quente há atividades com um calendário muito apertado. Durante semanas entra matéria-prima todos os dias, o armazém não pára, e emite-se num mês o que noutras empresas se emite num trimestre. Depois vem a acalmia.

Um sistema de gestão que serve bem em época baixa pode ser um estorvo em época alta. Se cada registo exige demasiados passos, as pessoas arranjam atalhos, e os atalhos aparecem todos ao mesmo tempo no fecho seguinte, quando já ninguém se lembra do que aconteceu.

Por isso o nosso trabalho aqui é sazonal ao contrário: preparamos antes. Vemos o que vai ter de ser registado, tiramos do ecrã o que não é preciso, damos formação com o sistema já configurado, e ficamos disponíveis nos dias em que a casa está cheia.

Lotes

Responder à pergunta de onde veio isto, sem ir ao arquivo

Quem transforma e vende para fora acaba, mais cedo ou mais tarde, a ter de dizer exatamente o que entrou num lote e por onde é que ele saiu. Um cliente exigente pergunta, uma auditoria pergunta, e às vezes é preciso saber depressa para retirar apenas o que é preciso e não tudo.

O programa faz isto. A parte difícil não é técnica, é de decisão: até que ponto é que a empresa quer descer no detalhe. Já vimos instalações com rastreabilidade ao grama que ninguém preenchia, e outras com três campos simples que respondiam a tudo o que era preciso.

Sentamo-nos consigo e com quem faz o trabalho, decidimos o mínimo que serve, e montamos isso. O resto fica de fora até fazer falta.

Compras

Muitos fornecedores pequenos, muitos documentos, pouco valor cada um

Comprar a dezenas de produtores é diferente de comprar a três distribuidores. São muitos documentos, valores baixos, e um trabalho administrativo que cresce sem que a faturação cresça na mesma proporção.

Há forma de tornar este registo rápido e de conseguir ver, a qualquer momento e sem contas à mão, quanto entrou de cada produtor e o que está por pagar. É pouco espetacular e é das coisas que mais tempo devolve a quem está no escritório.

Já tem PHC

A empresa cresceu e o programa ficou como estava

Um caso comum: o PHC foi montado quando a empresa era metade do que é hoje, e continua a ser usado da mesma maneira. Funciona, mas obriga a trabalho manual que já não faz sentido, e há módulos pagos que ninguém abre.

Não é preciso trocar de programa para resolver isto. É preciso alguém rever o que existe com olhos de hoje. Fazemos essa vistoria e entregamos um documento com o que encontrámos, o que corrigiríamos, por que ordem e a que custo, e o senhor decide depois se quer avançar connosco ou não.

Se a dúvida for mais funda, se for o próprio programa a não dar resposta, e não a forma como está montado, tratamos disso em alternativa ao PHC.

Diagnóstico gratuito

Passamos por Mirandela, vemos o que tem montado e dizemos-lhe onde está e para onde pode ir. Sem custo, e com o orçamento por escrito antes de se mexer em seja o que for.

Falar connosco

Perguntas frequentes

Respostas diretas

Estão longe de Mirandela?
Estamos no mesmo distrito, com sede em Bragança, e passamos por Mirandela com regularidade. Na prática isso significa que uma visita não é um acontecimento que se marca para daí a um mês: combina-se para a semana, e muitas vezes para o próprio dia se a faturação estiver parada.
A nossa campanha é curta e intensa. Dá para preparar o programa para isso?
Dá, e é a altura errada para o fazer quando ela já começou. O que fazemos é ir antes: ver o que vai ser preciso emitir e registar, simplificar os ecrãs que vão ser usados cem vezes por dia, e deixar as pessoas treinadas com o sistema já configurado. Durante a campanha ninguém tem paciência para aprender.
Precisamos de saber de que lote saiu cada palete. O PHC faz isso?
Faz, com lotes e com números de série, e a pergunta certa não é se faz: é até onde é que a empresa quer mesmo controlar. Um sistema que obriga a preencher tudo acaba preenchido de qualquer maneira. Definimos consigo o mínimo que responde a um cliente ou a uma auditoria, e montamos só isso.
Compramos a muitos produtores pequenos. Isso complica?
Complica se for tratado como uma compra normal, porque o volume de documentos é grande e os valores individuais são baixos. Há maneiras de organizar isto para que o registo seja rápido e para que no fim se consiga ver, sem fazer contas à mão, quanto entrou de cada um e o que está por liquidar.
Trabalham com quem já tem PHC ou só com instalações novas?
Com as duas. Boa parte do que fazemos é receber empresas que já têm o programa há anos e que deixaram de ter acompanhamento. Não mexemos no que está a funcionar só para justificar trabalho: começamos por uma vistoria e dizemos por escrito o que vale a pena corrigir e por que ordem.