Parceiro Cegid PHC com rondas a Chaves e ao Alto Tâmega
Somos parceiros Cegid PHC e trabalhamos de Bragança, o que faz de Chaves uma cidade da nossa área de trabalho e não um sítio para onde é preciso combinar deslocação com três semanas de antecedência. Fazemos rondas mensais ao Alto Tâmega e temos avença com tempo de resposta escrito no contrato.
A distância só conta quando alguma coisa pára
Enquanto tudo corre bem, tanto faz onde está o fornecedor. O problema é sempre no dia em que a faturação não abre, ou em que o programa começa a dar um erro que ninguém sabe explicar, e o senhor precisa de falar com alguém que conheça a sua instalação e não com um número de ocorrência.
É por isso que trabalhamos com carteira pequena e por região. Quem atende sabe quem é a empresa, que versão tem, o que foi mexido da última vez e porquê. Não somos os maiores, somos os que conhecem os vossos nomes, e num concelho como Chaves isso vale mais do que um catálogo de serviços.
A assistência do dia a dia, para além do software de gestão, está descrita na página de assistência informática em Chaves.
Quem fatura para o outro lado da fronteira tem contas diferentes para fazer
Em Chaves há empresas que vendem e compram em Espanha com a mesma naturalidade com que o fazem em Portugal. Do lado do programa isso não é um detalhe: é uma taxa diferente, um regime diferente, um número de identificação que tem de estar validado, e uma declaração recapitulativa que tem de sair certa no fim do período.
Na prática, a maior parte dos erros que encontramos não vem do PHC. Vem de uma configuração feita à pressa no dia em que apareceu o primeiro cliente estrangeiro, que ficou a funcionar mais ou menos e nunca mais foi revista. Depois aparece a diferença no fecho e ninguém sabe de onde veio.
O que fazemos é simples de descrever e demora o seu tempo a fazer bem: rever as taxas e os regimes, verificar os clientes contra o registo europeu, e deixar a emissão preparada para que quem fatura ao balcão não tenha de decidir nada.
O balcão e o escritório têm de falar um com o outro
Chaves vive muito de receber gente. Hotelaria, alojamento, restaurante, comércio de rua com época alta bem marcada. Estas empresas têm quase sempre dois mundos: o da frente, que precisa de ser rápido e simples para quem está a atender, e o de trás, que precisa do documento certo, do stock abatido e da conta feita.
Trabalhamos os dois lados, e o que costuma faltar não é nenhum deles: é a ligação entre eles. Quando essa ponte não existe, alguém passa o fim do mês a passar valores de um lado para o outro numa folha de cálculo, e é aí que entram os enganos que ninguém consegue explicar em janeiro.
Se o seu caso é sobretudo o balcão e o dinheiro em caixa, veja também a gestão de numerário.
Quem transforma tem de saber de onde veio cada coisa
O fumeiro, o presunto e o que se faz à volta deles não se gerem como uma loja. Há compra a produtores, há transformação, há tempo de cura, e há a obrigação de saber, se alguém perguntar, o que entrou em cada lote e para onde é que ele foi.
Isto não se resolve com um programa mais caro. Resolve-se a decidir o que é que a empresa quer mesmo controlar e a montar apenas isso, porque um sistema que pede vinte campos por operação acaba preenchido à pressa e deixa de servir para alguma coisa.
Quando quem instalou deixou de atender
Recebemos com frequência empresas que não têm um problema de software. Têm um problema de fornecedor: o programa faz o que é preciso, mas quem o instalou mudou de vida, foi comprado, ou passou a responder daí a uma semana.
Nesse caso não se muda de programa. Muda-se de parceiro, e o senhor mantém o histórico, os documentos e o que a equipa já sabe fazer. Começamos por uma vistoria ao que está instalado e entregamos por escrito o que encontrámos, mesmo que parte disso seja para lhe dizer que está tudo bem.
Se a dúvida for outra, se o problema é o programa e não quem o mantém, escrevemos sobre isso em alternativa ao PHC, incluindo os casos em que lhe dizemos para ficar onde está.
Diagnóstico gratuito
Vamos a Chaves, vemos onde está e dizemos-lhe para onde deve ir. Sem custo, sem compromisso, e com a proposta por escrito antes de começar seja o que for.
Respostas diretas
Deslocam-se a Chaves ou tratam tudo à distância?
Faturamos para clientes em Espanha. O PHC trata disso?
Temos um restaurante e um alojamento. Precisamos de PHC ou de um programa de restauração?
Já temos PHC instalado por outra empresa. Podem ficar connosco?
Quanto custa começar?
Para aprofundar
- PHC ligado ao ponto de vendaRestauração e retalho, com os dois sistemas de acordo.
- Software de gestão para PMEComo se escolhe, e o que muda entre marcas.
- Quando compensa mudar de softwareO cálculo honesto, incluindo quando não compensa.
- Assistência informática em ChavesDeslocação, tempos de resposta e quem atende.
- Máquinas de contagem e trocoPara restauração e comércio com muito numerário.