A sua PME já saiu do Excel? Sinais de que precisa de um ERP (como o Cegid PHC)
Por Equipa RTC, Consultores de TI · Parceiro Cegid PHC · Publicado a 24 de julho de 2026
Em resumo
Sinais de que a sua PME já saiu das folhas de cálculo e precisa de um ERP, o que muda na prática e porquê o Cegid PHC.
Muitas empresas crescem em cima de folhas de cálculo. Um Excel para as vendas, outro para o stock, um terceiro para a faturação, e a contabilidade à parte. Funciona, até deixar de funcionar. Quando os dados deixam de bater certo e ninguém sabe qual é a versão boa do ficheiro, chegou a altura de pensar num ERP. Neste guia explicamos o que é, que sinais indicam que a sua PME já saiu do Excel, e onde entra um sistema como o Cegid PHC.
O que é um ERP, em linguagem simples?
ERP significa sistema de gestão integrado. Em vez de ter a informação espalhada por vários programas e ficheiros, um ERP junta tudo (vendas, compras, stock, faturação, tesouraria) numa só base de dados. Quando regista uma venda, o stock desce, a fatura é emitida e a contabilidade fica atualizada, sem ter de reescrever os mesmos dados em três sítios.
Que sinais indicam que a sua PME já saiu do Excel?
Raramente há um dia em que se decide mudar. O que há é um acumular de sinais. Se se revê em vários destes, o Excel já não chega:
Passa horas a copiar dados de um ficheiro para outro, e mesmo assim há erros.
Não consegue saber o stock real sem ir contar à prateleira.
Ninguém tem a certeza de qual é a versão mais atual de um ficheiro.
Fechar as contas do mês é uma maratona de fim de semana.
Depende de uma pessoa que "sabe onde está tudo", e fica cego quando ela falta.
O que muda quando passa para um ERP?
A mudança não é só de ferramenta, é de forma de trabalhar. A tabela mostra o antes e o depois:
Tarefa
Com folhas de cálculo
Com um ERP
Registar uma venda
Escrever em vários ficheiros
Uma vez, atualiza tudo
Saber o stock
Contagem manual
Em tempo real
Faturação e SAF-T
Manual, com risco de erro
Automático e certificado
Relatórios de gestão
Difíceis e desatualizados
Imediatos e fiáveis
Trabalho em equipa
Ficheiros duplicados
Dados partilhados e seguros
Porquê o Cegid PHC para uma PME em Portugal?
O Cegid PHC é um dos ERP mais usados pelas empresas portuguesas, e por boas razões. Está desenhado para a realidade fiscal e legal do país: a faturação certificada, o ATCUD, o QR Code e o SAF-T são tratados de origem, e as atualizações legais chegam pelo próprio sistema. É modular, por isso a empresa começa pelo que precisa e cresce quando faz sentido, sem trocar de software.
Mudar de sistema não é arriscado?
É uma mudança que se prepara, não um salto no escuro. Uma boa implementação começa por perceber como a empresa trabalha, migra os dados existentes com cuidado, e forma a equipa antes de desligar o antigo. O risco não está em mudar de forma planeada; está em continuar a crescer em cima de ficheiros que já não dão conta do recado.
Perguntas frequentes
Uma empresa pequena precisa mesmo de um ERP?
Precisa quando a informação começa a andar espalhada e os erros custam tempo e dinheiro. Há configurações à medida de PMEs, que não exigem uma estrutura grande.
Quanto tempo demora a implementar o PHC?
Depende da dimensão e dos módulos, mas uma implementação bem planeada faz-se por fases, sem parar o negócio.
Consigo manter os meus dados atuais?
Sim. A migração dos dados existentes faz parte do processo de implementação.
Na RTC somos parceiros Cegid PHC e ajudamos as PMEs do Nordeste Transmontano a sair das folhas de cálculo com segurança, com implementação por fases e suporte de proximidade. Se acha que a sua empresa já saiu do Excel, fale connosco. O primeiro diagnóstico é gratuito.
O Microsoft 365 guarda os seus dados, mas não os salvaguarda. O correio eliminado desaparece ao fim de 14 dias e os ficheiros de quem sai da empresa ao fim de 30. O que isso significa na prática e o que fazer.
Sem tabela mágica: o preço do software à medida depende do âmbito, das integrações e de quem o mantém. O que faz variar o valor, ordens de grandeza por tipo de projeto e as 5 perguntas a fazer antes de assinar uma proposta.
Hora avulsa: 40–60€. Bolsas de horas: 20–25€/hora. Avenças: 35–300€/mês, e quase nenhuma com SLA garantido. Preços reais do mercado português em 2026, incluindo os nossos (desde 75€/mês com resposta em 1 hora útil). Valores sem IVA.